quarta-feira, 14 de julho de 2010

Rap como ferramenta de protesto

Acredito que boa parte de minha revolta contra o sistema capitalista advêm dos raps que eu curtia em minha adolescência. Sim, eu escutava rap, adorava. Escutava Racionais Mc's, Pavilhão 9, Thaíde e mesmo Gabriel Pensador.

Certa vez na escola eu me inspirei numa letra dos Racionais MC's. E até hoje gosto de raps, acho um som bonito, com suas rimas, mas o que mais me atrai nos raps é sua forma de protesto, tentando abrir os olhos das pessoas para a realidade.

O rap surgiu na Jamaica em bailes, e eles convidavam mestres de cerimônia que discursavam ao som de músicas eletrônicas, os mcs mandavam seus recados através de frases rimadas e assim abordavam a violência nas favelas, problemas das comunidades, etc...

Muitos jovens jamaicanos imigraram da ilha para os EUA, e para lá levaram o rap, caso o leitor queira saber mais sobre o assunto pode clicar na palavra wikipédia que o redicionará para um ótimo texto sobre rap.

Deixo aqui dois vídeos de raps que gosto muito:




2 comentários:

Carlos Seino disse...

Que legal, Fernando.
Fiz parte de um grupo de Rap na minha juventude, até os 22 anos. O nome do grupo era "Fatos Reais", e a música que a gente cantava era "Terror no Carandiru". Naquele tempo, eu tinha contato com o pessoal do Racionais, Thaíde, RPW, Consciência Humana, Filosofia de Rua, MT Bronx, o próprio Facção Central (na época, tinha o Nego e o DJ Eric 12; éramos da mesma gravadora), entre muitos outros.
Um grande abraço.

Fernando disse...

Obrigado Carlos, fiquei feliz em saber que você fez parte de um grupo de rap.

E que compartilha algumas de minhas ideias.

Abração.