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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Reforma Escolar - Destinada a formar que tipo de homem?






Segundo o imaginário do senso comum é a educação um ato neutro fornecido por uma entidade impessoal que é o governo.

Ainda dentro desta perspectiva o governo oferece as mesmas oportunidades educativas a todos os cidadãos, os que desejam aprender e se aplicam são bem sucedidos, os que não desejam aprender ou não se aplicam suficientemente sofrem as consequências.

Aqui podemos continuar dormindo no 'berço esplêndido' da pátria amada no país das maravilhas de Alice.

A realidade no entanto é bom outra e quem o diz não é o barbudo subversivo do Karl Marx responsabilizado por todos os males que acometem a pobre humanidade, mas nosso sisudo, querido e bem comportado Max Weber aquele mesmo sociólogo germânico que revelou ao mundo científico as afinidades eletivas ou culturais existentes entre o protestantismo e o capitalismo.

Acompanhe-mo-lo para ver se aprendemos alguma coisinha...

Segundo M Weber o governo também ele é formado por pessoas ou seres humanos, os quais sendo livre atuam segundo o critério da intencionalidade.

Logo também o governo tem determinadas intenções voltadas para determinados fins.

Importa portanto saber quais sejam tais fins.

Na perspectiva de um governo formalmente democrático inserido na corrente ordem mundial e sua pressuposta ortodoxia econômica é evidente que o governo devendo produzir empregos e cuidar da segurança - omitindo-se quanto a tudo mais - esta voltado para as necessidades de um mercado financeiro, devendo inclusive - segundo os preceitos da cartilha neo liberal - subsidiar ou secundar suas iniciativas.

Por isso que no instante mesmo em que escrevemos estas linhas o governo golpista empossado há seis meses, forceja, com apoio do Congresso golpista, aprovar uma série de medidas impopulares exigidas pelos empresários e capitalistas. Refiro-me ao corte de gastos públicos que ao invés de incidir sobre os proventos e benefícios auferidos pelos próprios parlamentares, militares e juízes incidirá fatalmente sobre os programas de ajustes sociais implementados pelo governo anterior e traduzir-se-a em cortes nas áreas da Educação, da Saúde, da Habitação, etc

Alias o objetivo de tais cortes não se limita apenas a carrear mais dinheiro aos fundos de investimentos destinados a socorrer bancos e empresas em vias de falência devido a má administração ou crises econômicas mas também e acima de tudo a provocar uma intensa queda qualitativa em termos de serviços públicos e consequente insatisfação popular.

O roteiro é mais ou menos este: Os cortes acarretam queda de qualidade nos serviços públicos. A queda que qualidade provoca a insatisfação popular face a tais serviços. A mídia venal explica dizendo que todo serviço oferecido pelo governo ou pelo poder público é necessariamente mau por ser público e sugere a privatização de tais serviços. A privatização fecha este ciclo, parte dos fundos arrecadados vão para as contas secretas no exterior (serão destinadas a propaganda política dos partidos privateiros) e parte servirá para engordar ainda mais os fundos de investimentos públicos destinados a amparar a iniciativa privada.

Se tudo quanto acabei de escrever não esta perfeitamente de acordo com a cartilha dos neo liberais dou o pescoço a corte.

A conclusão aqui salva a vista: Temos uma intencionalidade neo liberal no controle do governo.

Uma intencionalidade social, keynesiana ou humanista na Escandinávia...

No Brasil uma intencionalidade neo liberal em ascensão após o último golpe de estado promovido e apoiado pelos setores da direita.

Expusemos as necessidades econômicas voltadas para o Mercado. Uma questão simples e prática.

No entanto os liberais sabem melhor do que o sr Marx ou sr Mauss ou o sr Sombart que a afirmação do liberalismo econômico depende de um substrato fornecido pela cultura e destinado a alimentar um ideal liberal economicista de homem.

Por isso os políticos conservadores Norte Americanos estudam sociologia. Por isso desde os anos 50 investem no pior tipo de fundamentalismo religioso. Por isso preocupam-se com o fenômeno educativo. Porque aspiram cimentar ou produzir uma cultura liberal e um homem liberal.

E todos os esforços educativos, inclusive públicos são empreendidos neste sentido: de reproduzir uma cultura liberal economicista e de predispor os jovens e crianças ao individualismo.

Pois o capitalismo ou liberalismo nada mais é que uma forma de individualismo inserido na economia.

Se você não pensa individualisticamente não será anarco individualista, não será protestante, não será capitalista. Se a consciência é dominada em maior ou menos grau por preocupações em termos de sociedade ou grupo inspiradas por um ethos fraternalista, o capitalismo não se afirma e o sujeito identifica-se com qualquer outra forma de socialismo, da social democracia e do keynesianismo ao comunismo.

Capitalista ou liberal é que não será a menos que tenha abraçado o princípio letal do individualismo por qualquer outra via seja política (anarco individualismo/stirnerianismo) ou religiosa (protestantismo).

Todavia como nem sempre é possível introjetar tais valores por meio da educação formal ou estatal o líder individualista ou o capitalista militante receberá sua formação por via da família e esta de algum coletivo anarquista, protestante ou capitalista; a menos é claro que tenha sido educado nos EUA ou numa instituição privada que tenha transplantado tais ideais para cá.

Importa saber que apenas o elemento ativo ou direito das elites deve ser consciente de seu papel dominante.

Não se pode formar adequadamente um homem liberal por meio da educação pública brasileira, isto pelo simples fato de que esta educação deva ser neutra o isenta, o que frustra obviamente as ambições do liberalismo.

Na impossibilidade de produzir um homem liberal em larga escala contenta-se o liberal brasileiro ou o programa que lhe dá suporte em produzir uma cultura da estupidez ou da ignorância.

O que é sumamente fácil.

Bastando para tanto implantar um modelo educacional duplo e ao menos em parte tecnicista. Cujo currículo seja alijado dos conteúdos humanos.

Assim da Sociologia, da Psicologia, da Filosofia, da Geografia e acima de tudo da História.

Produzindo um tipo alienado ou mutilado de ser humano. O qual limitando-se a ler e a calcular, a manipular certas fórmulas e a fabricar certos objetos ocupe o lugar que lhe foi dado pelo governo ou melhor pelos dirigentes da Sociedade i é um ligar de executor, empregado, gerenciador ou subalterno.

Um tipo de homem tão bronco, tão estúpido, tão idiota, tão desprovido de esperanças e ambições que predisponha seu filho a assumir seu lugar e toda sua descendência a reproduzir passivamente sua docilidade, até o dia do juízo final. Preservando o status quo dos senhores i é dos proprietários.

E assim será o homem que nada compreenda criticamente a respeito da vastidão do universo, da evolução dos seres vivos, da formação e organização das sociedades, da produção e distribuição de bens, da estrutura política, da justiça, da liberdade, do bem, do mal, da ética, do espírito científico; enfim da vastidão do mundo em que vive e seus problemas.

Tudo isto faz parte de sua condição, está de certo modo presente em sua vida, limita ou amplia a esfera de sua atuação e por isso este homem deve ter consciência de cada um destes aspectos da realidade. Para saber ao menos que poderia ser diferente e ocupar um espaço distinto e exercer uma função distinta e que as coisas não são como são porque devem necessariamente ser assim...

Este homem dificilmente contemplará passivamente um sistema largamente produtor de injustiças... Alegando que sempre fora assim ou simplesmente que é bom porque dá certo.

Se de fato os capitalistas estão dispostos a insistir que tudo sempre foi assim nas Idades primitiva, antiga e média são tão mentirosos ou supersticiosos quanto seus adversários comunistas igualmente predispostos a ver o capitalismo em todas as fases da História humana. Neste caso o liberalismo compactua com a mentira e alimenta-se dela... E não é melhor que seu adversário.

Por outro lado se o Capitalismo deve ser aceito pelo simples fato de ter dado certo sejamos honestos e coerentes reconhecendo a dignidade do nazismo. Pois digam o que disserem seus críticos ele deu muito mas muito certo enquanto existiu e só pode ser esmagado pelo execrado bolchevismo do sr Stalin com suas divisões... Não pelo maravilhoso capitalismo, a depender o qual o mundo inteiro - ou ao menos sua parte ocidental - seria ou estaria nazista e provavelmente muito bem ou menos mal... (Economicamente falando) Em que pesem as monstruosidades e abominações do nazismo. Isto porque ele foi prático e deu certo... Felizmente havia um Stalin no meio do caminho. O que nos leva a questionar os caminhos e o sentido da História uma vez que este Stalin foi fruto da Revolução de 17 e esta de condições russas específicas como a religião Ortodoxa, o Czarismo, etc

O que quero dizer é que um homem imbuido de cultura humanista dificilmente engolirá a vã prosopopeia - vulgar e anti ética - do liberalismo economicista, como recusar-se-a a engolir os venenos totalitários da cultura de morte como nazismo, fascismo, comunismo, etc partindo em demanda de outras soluções sociais fornecidas pela experiencialidade social e histórica do gênero humano.

Este homem instruído e reflexivo, critico e ousado será antes de tudo crítico e muito pouco disposto a contentar-se com respostas prontas destinadas a alimentar determinados tabus sociais.

Assim se não é possível patrocinar descaradamente a construção da besta liberal importa impedir a formação deste modelo humanista de homem por meio de uma educação superficial, mutilada e tecnicista de cujo currículo sejam subtraídos a Psicologia, a Filosofia, a Sociologia, a Arte, a Geografia e sobretudo a História, nobre mestra da vida.

É o reducionismo tecnicista implantado nos domínios da educação, melhor caminho para produzir e reproduzir uma geração de estúpidos, imbecis, idiotas e alienados destinados a mais rude servidão.

Este é o projeto deseducativo oferecido por um governo golpista que não pode subsistir-se nem sustentar-se senão a custas de massas acríticas e docilmente manipuláveis.

Pode o homem optar conscientemente pela ignorância ou pelo não aprender desde que esteja disposto a pagar o preço social exigido por sua opção. Não obtendo formação, título ou diploma.

O que não pode é a Sociedade conceder amparo legal a esta opção empobrecendo ela mesma o currículo. Humanidades não é coisa que se possa escolher, por de lado ou desprezar sob quaisquer alegações pelo simples fato de TODOS SERMOS HUMANOS.

De todos termos caráter, mente, pensamento, percepção, princípios, valores... Elementos que por isso mesmo devem estar presentes no conteúdo curricular.

Pois é sob tais elementos que construímos aquela vida ética responsável pelo direcionamento da técnica e da vida.

No entanto se a Escola ou a Sociedade estão mesmo dispostas a relegar tais elementos ao setor privado da vida humana, furtem-se de condenar o nazismo, o fascismo, o comunismo e a teocracia... e preparem-se para tolerar todas as culturas da morte.

Agora se pretendemos construir uma ética da essência o melhor lugar para discuti-la é no ambiente escolar, no espaço da disciplina de Filosofia.

Tal nosso projeto humano e humanista de pessoa. Em oposição ao projeto tecnicista posto a serviço da alienação.


A falácia da reforma do Ensino





Qualquer sociedade que pretenda implementar dois tipos de 'ensino' diferentes, um 'intelectualizado', para a elite dirigente e outro para os técnicos, assume o encargo de decidir e determinar o futuro de seus membros.
Dirigir pessoas para funções de execução, alegando que estão escolhendo qualquer coisa, quando não verdade estão sendo sutilmente orientadas por uma realidade hostil e excludente é a mais refinada maneira oprimi-las.
É atitude destinada a alimentar o conformismo em torno de determinadas estruturas sociais que as elites dirigentes não desejam ver questionadas, quanto menos reformuladas. É modo porque cada um é posto em seu devido lugar e as diferenças históricas reproduzidas.

É modo porque o filho do médico continua sendo médico e o filho do funcionário continua sendo funcionário.

Penso que este tipo capcioso de política educacional esteja vinculado a polícia de cortes financeiros sempre voltados para o setor da educação.

Antes de tudo o governo golpista cortará os subsídios destinados a incluir os jovens de periferia nos cursos universitários. Em seguida criará ou ampliará ainda mais os cursos técnicos destinados a execução...

O trabalho da natureza será bastante simples: Por verem suas oportunidades educativas - no sentido de frequentar algum curso superior - drasticamente reduzidas tais jovens serão levados a abraçar o que lhes é oferecido i é as migalhas ou esmolas representadas pelo ensino técnico.

Sem maiores perspectivas, desesperançados e angustiados parte destes jovens aceitarão de bom grado a 'oportunidade' que lhes é oferecido por um ensino de segunda categoria destinado a formação de funções subalternas e não mais cobiçarão as vagas destinadas aos filhos da elite.

A simples diminuição da oferta de vagas disponibilizadas pelas universidades privadas conveniadas com o poder público determinará uma escolha que de modo algum será livre.

Por falta de investimentos educacionais não poderão escolher algo melhor.

Tampouco os pais acreditarão que seus filhos sendo pobres e estando inseridos em escolas públicas serão capazes de concorrer com os filhos dos ricos e de suplanta-los... Pelo que pressionarão seus rebentos a tomar a via mais 'realista' do ensino técnico.

A tendência dos mais humildes será oriental seus filhos desde pequenos para o ensino técnico e tirar de suas cabecinhas qualquer ambição em torno de um curso clássico destinado a inseri-los na faculdade Pública.

Os pais de origem mais simples encaminharão seus filhos instintivamente para o que esta mais próximo da realidade vivida por eles em termos de curso técnico e funções subalternas.

Eles mesmos, admitidas as exceções, não acreditam no potencial sócio transformador da educação, ao menos da educação pública.

Inserir dois tipos de cursos diferentes no Ensino público brasileiro: Um voltado para a escola técnica e outro para o ensino superior será como lançar água fria na fervura as famílias mais pobres.

As quais, caso coloquemos de lado os programas de inclusão universitária mantidos pelo Estado, em geral nutrem bem poucas esperanças, alias as mais rasteiras.

Satisfazendo-se com que os filhos sobrevivam como sobrevivem e que não morram de fome.

***

No entanto cada pessoa faz jus não a uma educação parcial voltada para o trabalho ou a função apenas mas a uma educação plena, ampla, profunda, integral e humana.
EDUCAÇÃO QUE A FORME E INFORME A RESPEITO DE SUA CONDIÇÃO, DA ORGANIZAÇÃO SOCIAL, DA PRODUÇÃO E CIRCULAÇÃO DE BENS, DA ÉTICA, DA JUSTIÇA, DA LIBERDADE, DA CIDADANIA, DA CIÊNCIA, DO MUNDO EM QUE VIVE, ETC
É por uma educação que transcenda a pura e simples sobrevivência, as necessidades econômicas, a esfera mesquinha do trabalho, aos preconceitos familiares e sociais que pugnamos. Educação que personalize, que produza pessoas, que forme cidadãos críticos e reflexivos, que estimule o pensamento livre e a criatividade; eis nossa meta.

Afinal se o sujeito não lê o mundo em que vive, não o compreende, não se posiciona face a ele, não dialoga com ele e resigna-se a aceita-lo ou a inserir-se nele. Se o sujeito não tem esperança... Se é incapaz de antever outras possibilidades é o maior analfabeto. Inda que saiba ler e calcular muito bem.

Esta compreensão humana, global e totalizante é que o educador humanista aspira partilhar com seus alunos. De modo a que possam partir e contestar, criticar e dialogar com o mundo. Visando sua transformação.

Educação deve ser compreendida como algo dinâmico, destinada a alimentar esperanças em quem jamais teve e não em formar subalternos, súditos, empregados, funcionários, servidores, etc

A todos queremos dar ao menos a oportunidade de serem iguais, partindo da liberdade como condição comum a ser ampliada.


***

Subtrair tal tipo de educação - integral e formativa - a pessoa, é certamente a melhor maneira de mutila-la, de diminui-la e de comanda-la. É arranca-la de suas condições e aliena-la. É negar-lhe sua identidade comum. É restringir suas potencialidades. É frustrar sua plena realização...
O mínimo que uma Sociedade inepta para incluir a maior parte de seus membros numa esfera superior do ensino pode fazer é propiciar-lhe uma educação humanista - de cujo currículo façam parte efetiva a Sociologia, a Psicologia, a Filosofia e a Arte (musical inclusive) além é claro da História (Que é a mestra da vida) e da geografia - já nos ensinos Fundamental e Médio!!!
Um Ensino técnico só é viável e aceitável quando seu currículo contém uma dose mínima de conteúdos humanos, destinados a alimentar a vida ética, a tolerância, a cidadania, o espírito científico, a dimensão da arte...
Eliminar por completo as disciplinas humanas de qualquer esfera do ensino público ou curso implica alienar e desumanizar esse homem com premeditado intuito de comanda-lo!
Em que pese a importância - reconhecida - das ciências exatas e da técnica para a vida, é apanágio exclusivo das ciências humanas ampliar e aprofundar a reflexão sobre o sentido das coisas bem como a direção da vida e dos atos humanos
Ignorar isto é ignorar Sócrates e todo legado clássico ou helênico que nos precede.
Xenofonte, lá no comecinho da 'Memorabilia' apresenta-nos Mestre Sócrates questionando a respeito de quem comanda e direciona a técnica e considerando que o conhecimento primordial é o conhecimento de si mesmo e da virtude, dos direitos, dos deveres, do bem e da justiça.
Pois a técnica será direcionada segundo tais valores.
Técnica é bom mas segundo Mestre Sócrates não produz consciência Ética que toque ao que seja bom ou mau, virtuoso ou viciado, certo ou errado...

A consciência Ética brota por assim dizer da consideração de determinadas situações humanas.

Jamais contempladas pela matemática, a física, a química ou mesmo a alta biologia.

Portanto se assumimos um discurso ÉTICO sejamos coerentes e admitamos a proeminência das ciências humanas e a necessidade de uma educação integral i é ao menos em parte humanista.

Do contrário resignemos a não viver este padrão ético de vida.

Sejamos enfim honestos e coerentes porque a dimensão ética da vida não brotará de declinações verbais, equações, inequações, tabelas periódicas, etc...

Ah deixaremos a ética, numa perspectiva relativista e subjetivista, ao encargo de cada indivíduo (o qual poderá inclusive não ser ético rsrsrsrs). MAS ISTO JÉ É UM OPÇÃO IDEOLÓGICA BASTANTE DEFINIDA E ANTI SOCRÁTICA E ANTI HUMANISTA. Na medida em que deixa antever não ter a ética muito valor ou a impossibilidade de estabelecermos uma ética comum... ORA TUDO ISTO É IDEOLÓGICO ANTI SOCRÁTICO E ANTI HUMANISTA...
Enfim uma educação de seja apenas e tão somente técnica e tecnicista sempre será mutiladora e miserável.
Implementar um tipo de Educação como este é semear com os nazistas, fascistas, comunistas, teocráticos e COM TODOS OS TOTALITÁRIOS ADEPTOS DA CULTURA DA MORTE.
Caso estejamos decididos a semear ventos não reclamemos quanto as tempestades e tormentas que sobrevirão em seguida!