terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Santo Alfredo Bernacchi mártir, ora pro nobis!



Santo Alfredo Bernacchi mártir volta ao Diário de Um Bobo da Corte. Já esteve aqui, mas cheio de saudades, voltou tal e qual o filho pródigo do evangelho. Certamente que ele gostou, pois de ateu militante passou à santo e mártir. Mas ele não é o primeiro ateu santo, Miguel de Unamuno, já descreveu outro, São Manuel Bueno, mártir, que era padre inclusive.

Mas vamos à palavra de nosso santarrão:

"Quando faltam argumentos, vem sempre as ofensas".
Certamente diz isso por experiência própria, pois não tem argumentos por isso ofende. Mas vossa senhoria não sabe ofender, porque não tem cultura suficiente, faz-se mister que leia: "A arte de vencer um debate" de Schopenhauer, "A arte de insultar" também de Schpenhauer e o "Livro dos Insultos" de H.L. Mencken, livros que se fossem lidos pelo senhor seriam de grande utilidade.

Que frase horrível a sua santo Alfredo: "Escrever o que você escreve, do jeito grosseiro que você escreve, só deprecia você mesmo".


Podemos chamar isso de a arte de se vitimizar. Ora, santo Alfredo, você deixa seu comentário idiota, se afirmando superior aos teístas pelo simples fato de ser ateu. E que tem orgulho de ser ateu, no que isso muda alguma coisa cidadão? Marquês de Sade também tinha orgulho de ser ateu e era um sujeito que vivia em função do sexo, onde as pessoas não tinham valor, eram meios para seu fim: sexo. Já que o senhor se orgulha tanto de ser ateu, que fique com Nietzsche pois a consequência de sua negação de Deus, foi também da negação do outro, dito de outra forma, negação do altruísmo. Sinceramente não existe nada mais grosseiro que seus livros eletrônicos, com argumentos confusos, com muito achismos e nenhuma pesquisa. O senhor quer se passar por intelectual e mesmo por um cientista, deveria saber que uma obra para ter crédito precisa ter bibliografia, e as sua s não tem. De duas uma, meu senhor, ou age de forma má intencionada ou é um estúpido. A decisão fica a sua escolha.

Quem lê logo repara a sua provocação, mas não encontra justificativa. Assim, apenas consideram mais uma pichação, como essas das paredes de garotos que querem aparecer e não sabem como (e não tem competência para isso)

Em primeiro lugar quero dizer-lhe, santarrão, que o senhor escreve muito mal. Por favor, abandone essa atividade. Seus textículos ferem minha sensibilidade literária. Veja, santo Alfredo mártir, suas cacofonias (que já foram sublinhadas, acima): lê lo - que que. Para quem se acha escritor, a cacofonia deveria se constituir em verdadeiro pecado mortal das letras. Em segundo lugar, quero lhe dizer que suas palavras servem-lhe de carapuça e neste caso, o feitiço virou contra o feiticeiro. Eis aí o moleque pichador, quer fazer sucesso, mas não tem competência, precisa aparecer. Qual é a solução? Escrever sobre ateísmo e contra a existência histórica de Jesus. Disse a verdade? Ajudou a papirologia, a arqueologia, a historiografia? Não. Mas fez sucesso, ficou famoso. É o que importa. Escrever contra a existência histórica de Jesus é coisa de moleque e de moleque pichador, fanfarrão mesmo. Coisa de quem nunca leu Ernesto Renan, Padre Sena Freitas, Irina Sventsítskaia (atéia, mas não como o senhor, ela era honesta), Geza Vermes e John Dominic Crossan, Josh Mcdowell entre outros, autores que realmente estudaram, pesquisaram, que não queriam aparecer como certos escritores virtuais, cujos livros gozam de tanta "seriedade", que nenhuma editora procurou seu autor para que seus e-books saíssem do limbo.
Como não tem competência para escrever sobre cosmologia, evolucionismo, medicina, economia, filosofia, então se apega a figura do Jesus histórico e tenta demolí-la sem sucesso. Evidentemente que um fanfarrão faz sucesso na internet, mas jamais faria sucesso numa universidade. Esses argumentos batidos, desmentidos, refutados, desacreditados do século XIX só fazem sucesso em meio aos boçais aos quais consegue impressionar, no mundo acadêmico seria apenas motivos de chacota.

Realmente, você dá mais para Bobo da Corte. Nisto você acertou.

Amigo, você acha realmente que consegue me insultar? Não sabia que nas cortes os bobos eram as únicas pessoas livres para falar o que bem entendessem sem medo de reprimendas? Para que sua ignorância seja dissipada a respeito dos bobos da corte, recomendo-lhe vivamente a leitura de "O Bobo" de Alexandre Herculano, lá entenderá porque sou um "bobo". Saiba que longa é a distância entre parecer um bobo que é o meu caso, e entre ser bobo que é o seu caso.

P.S.: Continue a nos "agraciar" com suas visitas, seja sempre "bem-vindo" e continue a ler meus posts, tenho esperança que aprenda a escrever melhor e que isso possa influir em seu péssimo estilo.

Um comentário:

Domingos disse...

Tão certo quanto o Ser não existe, a cacofonia é sua profetiza...

Realmente a nova Trindade carícata de Você(s) é impagável...

É a negação essencial de nossa flor do Lácio, inculta e bela. O estrupro do idioma e a morte da lingua.