quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

A farsa da Educação em S Paulo e munícipios (S Vicente) - Como professores sem consciência são comprados por um Bônus, os resultados são fraudados e o ESTADO FABRICA INTENCIONALMENTE MASSAS IMBECIS...

Certamente aqueles que leem meus repetitivos artigos sobre o problema da máfia ou farsa da Educação pública no Estado de S Paulo e munícipios colaboracionistas, professores sem consciência, etc devem estar se perguntando porque o ministério público ou o poder público ainda não abriram uma oitiva ou fizeram qualquer coisa diante da situação, alias, creio eu, fácil de averiguar. Por que ainda não me convocaram para depor, etc Porque eu adoraria faze-lo e não tenho receio ou escrúpulo algum quanto a isto - Sou socrático e creiam, mais fanático que qualquer anarquista ou comunista, sou cristão apostólico ou 'Católico' ortodoxo e das antigas, e tido em conta de pequeno burguês arrogante - Em suma não tenho o que temer e adoraria chutar o pau da barraca, no português chulo.

Acontece que neste país, quanto as coisas sérias e prementes (Como a imbecilização em massa por meio do desmonte ou da manipulação do ensino em todos os sentidos, e a facilitação do trabalho das seitas estrangeiras que sabotam nossa cultura > Proliferando em meio desses imbecis fabricados pelo e para o sistema.) faz-se um total e surdo silêncio, quando não encaram o 'denunciante' ou 'narrador' como louco, doido, desajustado, maluco, etc Nada de novo debaixo do sol e só não sou internado num hospício (Tal e qual os inconvenientes era internados em mosteiros durante a alta Idade Média) porque ao menos formalmente ainda temos Direitos humanos, democracia, liberalismo político, Constituição, etc Instituições que eu mesmo tenho assumido e defendido com unhas e dentes por representarem a civilização.

Tornemos porém ao tema e numa outra perspectiva.

Porque não adianta apenas culpabilizar o governo, e um governo muitas vezes posto a serviço do mercado e consequentemente em sintonia cultural com as seitas norte americanas e sua ideologia da estupides. Há que se olhar o outro lado, o dos colaboracionistas e eu jamais o ignorei em minhas análises.

Compreenda o leitor que não existe possibilidade de democracia, como não existe possibilidade e amparo trabalhista ou simples qualidade de ensino, sem combate ou luta. Parte de nossos ancestrais estava consciente disto, e lutou, para termos o que temos. Eu por exemplo sou descendente de pessoas que assumiram as causas iluminista, abolicionista e republicana... Então sei perfeitamente do que estou falando quando digo que nada, absolutamente nada foi dado de presente ou caiu dos céus. Nossas liberdades 'burguesas', como dizem alguns, foram pagas e compradas e muito bem compradas com coragem, ação e até sangue. Não foi talvez uma História bela ou romântica, foi porém digna.

Alias ainda hoje eles nos conhecem a avaliam pelo vocabulário ou pelo estilo, e estão certos, pois são espertos.

Lamentavelmente as pessoas, cada vez mais imbecilizadas por defeitos, justamente na área da educação, passaram a idealizar um Estado ou uma sociedade romantizada, em que os políticos cuidam delas - Daí o conformismo, a falsa confiança e o paulatino despojamento de direitos na malsinada direção da Inglaterra ultra liberal do século XIX - Leiam Ch Dickens e despertem... Não apenas os demônios estão de volta (E as fogueiras certamente!) - Como diziam Sagan e Quevedo - mas também os 'amáveis' patrões e tudo mais...

Portanto os acomodados e colaboradores são um grande problema.

Trabalhei no Estado de S Paulo por exatos dezessete anos, quase a totalidade deste tempo como professor concursado, alias nos primeiros lugares, que optou (Por idealismo) efetivar-se numa escola de periferia e nela trabalhou por cerca de quase quatorze anos. Durante este tempo assisti o desmonte de uma estrutura razoável legada, pasme por ditadores (!!!) ser destruída gradativamente por 'liberais' num cenário democrático e tenho para mim que o desmonte da escola pública do Estado de S Paulo foi proposital ou consciente i é com objetivos bem delineados, o que o torna ainda mais hediondo. 

Tendo sido aprovado em concurso de promoção\premiação e lecionando a adolescentes interessados um conteúdo que me era agradável (Filosofia) ali me mantive até a sinistra reforma da previdência, sempre acreditando que as coisas mudariam ou tomariam outro rumo - Pois é desesperador assistir o desmonte da escola pública contemplado por um clientela inerte e inativa (Sic). A partir daquele momento, percebi que não havia saída e chamado passei a uma outra prefeitura. 

Portanto tenho eu perfeito conhecimento de causa. Pois fui testemunha ocular de tudo quanto aqui narro, testemunha e em certo sentido participante. Naturalmente que como professor público municipal participo ou participei também dos Conselhos parciais e finais das escolas que pertencem a esse nicho da Educação. Cuja prática não posso ignorar.

Posso dizer então que o Estado, que não cuida de ninguém, mas, que na atual conjuntura, cuida apenas e tão somente do mercado i é dos patrões, dos afortunados, dos multi milionários e dos interesses deles, cumpre ou tenta cumprir com seu papel quando pugna contra a qualidade educacional. O Estado de S Paulo executa com máxima perfeição aquilo que é demandado por empresários, pastores e demagogos: Priva nossas crianças e adolescentes da possibilidade de virem a exercer um pensamento crítico sobre bases consistentes apenas porque tal clientela se tornaria questionadora. 

Assim a gestão, conectada organicamente ao Estado, quando DESIGNADA, repito quando designada, ou não concursada\efetivada, executa as ordens que lhe são dadas, até onde pode. E precisamos entender como as coisas funcionam. 

Gestão concursada, quando pautada em princípios e valores éticos, resiste e não poucas vezes recusa em pressionar os educadores para promover automaticamente o aluno i é a inventar notas para passa-lo sem saber. Outro o caso dos designados, os quais podendo ser removidos arbitrariamente, não costumam resistir, mas obedecer. 

Aqui um aspecto importante da máfia ou do esquema fraudulento responsável pela massificação a que assistimos no tempo presente.

Ao Estado de S Paulo e a prefeitura de S Vicente repugna convocar e empossar candidatos aprovados em concurso público para vagas de diretor, assistente e coordenador pedagógico ou seja para a equipe. Protelam, violam prazos e tudo fazem para manter seus queridos colaboradores que eles mesmos designam com o propósito de promover aqueles que não atingiram o mínimo, inclusive semi analfabetos, e assim manobrar os índices oficiais.

Portanto o papel daquele que é arbitraria e caprichosamente designados, em prejuízo dos cidadãos que foram bem sucedidos nos concursos é relevante. Daí inclusive a iniciativa de alguns quanto a combater a estabilidade do funcionário público para melhor controla-lo, manipula-lo e destarte, falsear as metas com maior eficácia ou em escala ainda maior, eliminando resistências e consolidando a máfia. Veja como a iniciativa de eliminar a estabilidade do funcionário público beneficia seu controle arbitrário pelo poder político e facilita as coisas, para eles... 

Agora o poder político controlando diretamente todo processo educativo e particularmente a promoção, estabelece um círculo vicioso, pois ele: Estabelece as metas, avalia e promove. E cessando de reprovar, além de economizar mais dinheiro para ser desviado, obtém os índices que ele mesmo deseja com o objetivo de aplaudir a si mesmo e obter recursos sejam Federais ou Internacionais. Porque as meta da aprovação automática e irresponsável em todos os níveis é também a obtenção de dinheiro, pelo governador, pelo prefeito, pelos vereadores, pelos diretores, pelos coordenadores e até por parte de docentes. Virou tudo negócio, em termos de compra e venda.

Das esferas nacional e internacional procedem recursos. Aqui e ali investimentos privados. Para as Escolas ou equipes uma verba maior (Desde que cumpram com as tais 'metas' que são sempre reprovar menos ou não reprovar quem quer que seja.) e até mesmo para os colaboradores professorais uma infame gorjeta chamada bônus - O qual sendo desvinculado do salário, só é alcançado e atribuído tendo em vista o cumprimento das metas, uma das quais é a fixação de um número mínimo de alunos a serem reprovados, ficando 'proibido' reprovar os demais, ainda que nada saibam em termos de conteúdos. Logo esse bônus nada mais é do que uma forma de comprar os professores, como verbas e recursos adjudicados com base na aprovação compra os diretores ou a equipe, e ficam todos pagos ou comprados. 

Que seja tudo isto anti ético - Tá por assim dizer na cara.

Os que não são designados e paus mandados são comprados por meio do tal bônus... Tudo dentro da maior legalidade ou da forma, porque o tal bônus e as tais metas de aprovação dadas os professores são objeto de lei. 

Porém qual o fim disso tudo> Através do professor que aspira pelo bônus, do coordenador que espera pela gorjeta, do assistente designado, do diretor que aguarda por verbas, quem de fato decide quem será aprovado e na prática impede o educador consciente de reprovar quando seja necessário são os supervisores, os secretários da educação e enfim os prefeitos e governadores, enfim o poder político, que controla escrupulosamente a aprovação e a reprovação de alunos com o sórdido objetivo de mascarar resultados. Claro que tal não é feito em todo lugar, porém é feito...

É monstruoso pois o que temos de buscar em nossas escolas são resultados educacionais e formativos (Sabendo que aqui a reprovação faz parte do processor e é, não poucas vezes, necessária.) e não resultados políticos.

Bem, o que aqui me choca, é a colaboração dos professores, os quais no Conselho não hesitam sabotar os colegas com maior grau de consciência, fabricando notas que não existem (Mudando ou distribuindo notas por pressão da equipe gestora.) para promover os que não atingiram as metas e obter o bônus ou, no caso do Estado de S Paulo, boas notas e aprovação do gestor designado.

Importante destacar que essa dependência do bônus tem, também ela, uma explicação. Para que o professor cobice essa gorjeta ou propina deve ser antes seu salário desvalorizado ou seja deve ser esse profissional pauperizado ou proletarizado. Assim é a má remuneração ou a remuneração irrisória que o torna retira sua autonomia, tornando-o receptivo ao controle ou escravizado. Caso contrário, i é, caso fosse bem pago, seria bem capaz de resistir em nome de seus princípios e valores e consequentemente de furar o cerco e estourar a bolha criada por um Estado corrupto.

Molesta-me sobretudo a atitude dos colegas proletarizados que se deixam guiar pelo desejo do bônus. Da gestão nada espero em absoluto. Dos colegas de trabalho esperaria mais consciência, ética e responsabilidade. No frigir dos ovos parte dos colegas não querem se dar ao trabalho de fazer os relatórios necessários tendo em vista a reprovação do aluno - E dão semelhante trabalho por exaustivo e inútil mormente quando após terem feito os tais relatórios, elencado provas, tombado trabalhos e enfim terem executado tudo quanto deveriam ter executado, tornam-se voto vencido no conselho final porque a maior parte dos colegas, cedendo a pressão feita pelo gestor, prefere DAR ou fabricar a nota e, por voto, obtendo maioria, aprovar o dito cujo sem nada saber. É de fato algo desestimulante ou frustrante testemunhar essa burla, do aluno ser promovido pelo Conselho porque muitos dos colegas, para poder levar ao dito Conselho 'criaram' a tal nota 'Ex nihilo'. É coisa que se espera do governante ou do gestor, não de um par...

Insisto que a causa disto é a desvalorização do salário, sem a qual o tal bônus, aliciaria apenas pessoas naturalmente inclinadas a venalidade. No entanto torna-se ele cobiçado para pagar contas, o carro novo, o celular, etc Daí a necessidade de se obtê-lo e assim de demonstrar um resultado de trabalho que é falso, sim, falso, porque aquele aluno obtém o diploma ou papel sem estar em posse do conhecimento. Já porque é o trabalho docente intencionalmente sabotado pelo excesso de alunos em sala de aula (No Estado cheguei a testemunhas turmas com mais de cinquenta alunos!), pela inserção de alunos com necessidades sem apoio, por sobrecarga de exigências burocrática ou papelada inútil, pela subtração formal dos meios de controle necessários a disciplina, etc Sem contar com as mazelas da sociedade e com a condição familiar do educando - Tudo quanto foge a esfera do educador. 

A resultante desse complexo de fatores incontroláveis é que parte dos educandos não atingirá as metas propostas em termos de aquisição de conhecimentos elementares para prosseguir no roteiro de estudos, e que deverão ser reprovados de modo a poder adquiri-los. Pois sendo promovidos com deficit carrega-lo-ão e o ampliarão para o resto de suas vezes, uma vez que implica salto, lacuna ou supressão de fase. 

Falseando os dados, municípios e estados (Como o de S Paulo) dão a entender que tudo está bem. E nem adianta falar em provas ou verificação de saberes, uma vez que até mesmo as provas aplicadas pelo governo Federal, são de talhe pós modernista, minimizando o conhecimento formal necessário ao progresso do aluno, nos termos de uma pedagogia responsável que é a pedagogia crítica de conteúdos. O aluno, como ser humano e tendo em vista sua formação integral, a sequência nos estudos e a integração no mundo do trabalho, faz jus a obtenção de conteúdos - Os quais lhe são criminosamente negados por um Estado em que a estrutura da Educação é JÁ EM SUAS LEIS (Em torno de algo como o tal Bônus) viciada e a massificação institucionalizada. 

Quais as consequências disto: Apesar de provas e avaliações pós modernistas e inúteis em torno de identitarismos, os brasileiros, como evidenciam as pesquisas, jamais leram tão pouco, jamais estiveram tão alheios a literatura nacional, jamais foram tão negacionistas quanto o conhecimento científico, jamais interpretaram tão mal, jamais foram tão manipulados por demagogos, líderes religiosos e, é claro, patrões... E jamais foram tão ignorantes, Posto que o poder público está a fabricar massas e a fugir de seu principal dever que é educar. Não adianta reservar $$$ %%% a uma estrutura que é, em sua essência, viciada. 

Enfim o que temos, ao invés de uma democracia que deveria contar com a participação de cidadãos instruídos, críticos e conscientes. O que temos são apenas formas i é urnas, votos e eleições de tantos em tantos anos, e uma quase oclocracia i é um controle quase férreo exercido por massas acríticas manipuladas pelos demagogos, pastores e patrões... Uma quase oclocracia onde o que resta de povo consciente, por ser ínfima minoria, já não tem voz. Uma quase oclocracia onde imbecis, que não veem sentido algum no voto, são por lei obrigados a votar, apenas para trocar o dito voto por um quilo de feijão, dois quilos de arroz, uma caixa de cerveja, uma garrafa de pinga, cinquenta reais, um encaixe na repartição tal como designado, etc 

Enfim o que estou a denunciar aqui não são meus colegas proletariados e portanto, ao menos em parte vítimas de vícios estruturais. O que pretendo denunciar aqui são brechas ou descuidos quanto aos leis, que permitam ao próprio Estado gerenciar, julgar e intervir no resultado de um processo educativo que ele mesmo oferece - O que se dá por Leis safadas como a desse bônus por metas estipuladas em torno da aprovação dos alunos... Uma vez que órgão algum deveria julgar a si mesmo ou seja aquilo que produz ou oferece. 






terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Contra las tinieblas Yankees - Defensa de la Soberania Venezoelana y del derecho internacional - Contra as Trevas Yankees - Defesa da soberania Venezuelana e do Direito internacional. (Português)




Se Maduro é tirano, déspota ou ditador, de fato não vem ao caso. Pode até sê-lo, mas é irrelevante. Talvez o seja, porém não influí. 

Afinal quem deve julga-lo é seu país, a Venezuela ou um tribunal internacional, sob a forma de um processo regular.

Israel é praticante de terrorista e Netanyhau é genocida, o que se pôs ou se está pondo em prática é crime contra os direitos essenciais da pessoa humana...

E, diante disto, que fez a auto proclamada polícia do mundo Ocidental...

O que temos ali é o massacre de civis> Mulheres, crianças, deficientes, idosos, etc em larga escala, comparável aos campos de concentração hitlerista. Algo muito mais grave do quanto se passe na Venezuela ou entre qualquer outro país na face da terra...

Pois bem, que providência tomou o auto proclamado tribunal de justiça internacional... 

Não fosse a presença de líderes religiosos, Ortodoxos e apostólicos romanos, de grande prestígio, quiçá já não houvesse um ser humano vivo naquelas paragens. Verdade seja dita!

E como procedeu a grande república protestante do Norte...

Apoiou e defendeu, decididamente, o Estado criminosos de Israhell, inclusive alegando a doutrina da soberania! Mesmo quando um organismo internacional reconhecido, a ONU, ousou interpela-la.

E quando o único estado Cristão digno desse nome, a Espanha, ousou erguer sua voz, em nome dos princípios sagrados e imortais que nos tornam civilizados, foi truculentamente ameaçada pelo império...

Alias enquanto tal sucedia, os europeus desorientados, só faziam criticar a Rússia - Apenas por não ter permitido ou consentido, vergonhosamente, que o império, manobrando a inútil OTAN, criasse um quintal a seu lado (Na Ucrânia) para quem sabe, posteriormente, tentar invadi-la sob qualquer pretexto ou a partir de uma denúncia qualquer. 

E então, seria a Rússia esbulhada de suas posses e riquezas, por alegações democráticas ou por ser (Ela apenas kkkk) governada por um tirano rsrsrsrs. Como se tiranos, terroristas e genocidas não pudessem ser eleitos e usar tintas de democracia... 

Assim já foi feito diversas vezes por aquela 'santa' republiqueta calvinista do Norte - Caso o leitor impugnante ou bolsocagado saiba ler inglês, recomendo o clássico G Bancroft... Sendo medíocre, recomendo a leitura do nosso Eduardo Prado "A ilusão americana" outro clássico escrito não por K Marx ou qualquer bolchevista maléfico, mas pelo um devotado patriota e monarquista. Por um prudente defensor da nossa cultura, cujo nome - Mesmo sendo nós ultra democratas. - pronunciamos com todo respeito. Leiam-no, foi aqui proibido pelos 'liberais' (Rsrsrs) recém empossados, mas editado na França e historia com detalhes e precisão os crimes perpetrados pelos bárbaros yankees nas nossas repúblicas latinas, do Norte, Centro e Sul deste nobre continente. Tudo inspirado numa ideologia tão bem construída quanto o comunismo, o anarquismo ou o nazismo, chamada Doutrina de Monroe ou Destino manifesto > Tal o presente que nos foi ofertado pelos "White men".

Acha ultrapassado... Pois bem, leia o patriota e democrata Pedro Calmon - "Brasil e américa - História de uma política" e terás a continuação dos crimes 'made in EUA' até o final da primeira metade do século XX. Ocasião em que muitos por aqui, como Macedo Soares, cheiravam os peidos de Washington como incenso de igreja... Já por tais ventos soprarem ou varrerem a velha e conturbada Europa.

Preferem literatura estrangeira> Pois bem, sirvam-se do argentino Manoel Ugarte: "El porvenir de America Latina", do mexicano Carlos Pereyra: "La doctrina de Monroe: El destino manifesto y el imperialismo" "El mito de Monroe", do colombiano Vargas Vila: "Ante los barbaros: El yanki - He ahí el inimigo" e "Hombres y crímenes del Capitolio", do uruguaio José E Rodó: "Ariel" e do cubano José Martí: "Nuestra américa", Artigos, Ensaios, Cartas, etc Aqui temos um Peronista, um positivista, um anarquista e dois idealista ecléticos, nenhum comuna ou bolchevista.

E fatos é claro, uma Enciclopédia imensa em termos de crimes e patifarias cometidas pelo tenebroso império de Washington. 

Para além disso devemos lembra que é bastante comum que Estados e indivíduos, tomem algum objetivo nobre e virtuoso como mero pretexto para perpetrar ações, assim remover um verdadeiro ditador não para outorgar liberdade ao povo, mas para domina-lo, substituindo o ditador, para enfraquecer politicamente aquele Estado, para sabotar sua cultura ou simplesmente priva-lo de suas riquezas naturais. 

Importa saber que um país qualquer, por decisão unilateral, invadir o território de um outro país, equivale a um cidadão qualquer, pelo simples fato de querer, invadir a casa de um vizinho qualquer. É ser anárquico no pleno sentido da palavra, é agir na ilegalidade, é fazer baderna... Posto que um indivíduo qualquer não tem o direito de atuar como juiz ou delegado, como exército ou polícia, como autoridade ou padrão, apenas porque é mais forte ou porque quer. 

Proceder assim é dar razão a Trasímaco contra Sócrates abjurar da civilização ou da legalidade e tornar a barbárie. Não podemos combater a barbárie com barbárie mas somente com a ética, com as leis e com a civilização.

Tal o papel das Leis internacionais, desde os tempos de Grotius e Puffendorf. 

Antes de tudo devemos compreender que a parte de Trasímaco ou da força bruta e da vontade arbitrária, todas as nações soberanas deste planeta são iguais. Ponto pacífico numa visão ética ou democrática, como queiram chama-la.

Consequentemente, nenhuma delas, por 'motu proprio' deve proceder como juiz ou como delegado face a qualquer outra, emitindo juízos ou invadindo-a, sem que deixe isto de ser agressão ou crime, por violar-lhe a soberania. 

Mesmo tendo uma sido agredida por outra, deveria a nação agredida recorrer a um organismo supra nacional, rogando que este julgasse sua causa e lhe fizesse justiça. Já que não pode o cidadão comum fazer justiça com as próprias mãos ou vingar-se de seu agressor, devendo sempre recorrer ao aparelho judicial. Agora como se tolera de um determinado Estado (O qual deveria servir de exemplo ao cidadão) atacar outro qualquer, sem sequer ter sido por ele atacado...

Implica a doutrina da soberania - A parte de massacres, como o que foi perpetrado na Gaza por Israhell. - que os países devam eles mesmos resolver seus problemas internos. O que corresponde a um processo civilizatório natural. Afinal a História, por diversos exemplos, nos tem mostrado que interferir de forma invasiva na esfera política de uma dada sociedade é quase sempre contraproducente.

No entanto, se for necessário intervir (Diante de um genocídio) há um rito ou procedimento legal a ser seguido. Sendo necessário que uma organização internacional (A ONU) dê início a um processo, norteado pelos princípios do contraditório e da ampla defesa. Após o que seria realizada, segundo a forma democrática, uma votação no plenário geral e decidida a questão. A seguinte tarefa seria compor uma força internacional de paz, com o objetivo de realizar a intervenção e solver o problema.

É o que a soberania dos povos e isonomia das nações preceitua. É a legalidade. É a civilização. 

Julgo que nada disto seja difícil de se entender. E que só terá dificuldade para tanto aquele que ignora serem os próprios direitos inalienáveis da pessoa humana, uma garantia para si mesmo e para todos os cidadãos i é um benefício comum. Certamente Odoacro, Amru, Gêngis, Tamerlão, Henrique VIII, Stalin, Hitler, Bush e outros flagelos da humanidade não seriam capazes de entender algo assim tão simples...

Sabido é que o juízo e controle de um só equivalem apenas ao capricho.

Quanto aos objetivos escusos dos EUA, um deles certamente consiste em atemorizar outros países, em especial os da América latina (O qual habituou-se, a luz da infame 'Doutrina de Monroe') a encarar como quintal seu. Penso antes de tudo na Colômbia, cujo presidente ousou denunciar a inércia da comunidade internacional face aos desmandos e crimes cometidos por Israel, e talvez no Brasil, com o propósito de obter a liberação do golpista, totalitário, apátrida, assassino, leviano, irresponsável Bolsonaro, americanista confesso e aliado dos fundamentalistas teocráticos. 

Quiçá a ideia tenha sido até mesmo estimular ou impulsionar nossos crentelhos bolsonáricos a rebelião... Importa que não nos acovardemos e que qualquer tentativa de golpe teocrático que envolva pastores e bíblias seja contida a bala ou com efusão de sangue - Como tributo a nossa sofrida democracia, ainda sem espírito ou brios. 

Imagina que já há por aqui patriotas invertidos ou negacionistas culturais aplaudindo a jihad trumpista... Pois é - Tais os patriotários nossos de cada dia...

Certamente a intimidação, contida na irrupção virulenta do ataque, faz parte da estratégia política do império em decadência ou crise. E até pode ser avaliada como uivo ou estertor. 

Outro objetivo deve ser mensurar concretamente até que ponto podem os EUA contar com o apoio das seitas protestantes, as quais, em sua maior parte são células suas em terra estrangeira. Talvez se trate de testar a solidariedade crentelha ou de verificar se já está em tempo de colher os frutos da politicagem sectaristas em nossos países. 

Todas essas seitas adversárias da nossa cultura não passam, como demonstrou Décio Monteiro de Lima em "Os demônios descem do Norte" de um exército yankee de reserva. Pronto a combater contra a soberania da pátria e de acolher as hostes do império uma hoste de libertadores ou heróis. Destinados a nos salvar do fantasma do comunismo, que os pastores enfiaram em seus miolos. Afinal sem satanização o puritano não concretizaria seu projeto... O calvinista ou o yankee só vence por meio do medo produzido pelo terror, daí a necessidade de um diabo ou da diabolização.

Bem, aqui está o protestantismo, se esforçando por destruir nossa mentalidade e por substitui-la por uma consciência protestante, antes de tudo favorável ao capitalismo. E como o pacote não poderia deixar de vir completo, temos ainda a ação da maçonaria. Não menos funesta quanto sútil.

Cumpre-nos falar por fim sobre a base ou a ideologia matriz, que impulsiona esse surdo e dissimulado ataque a nossas instituições e soberania.

Que impulsiona a intifada ou jihad islâmica aqui na América do Sul ou na América latina.

Devemos entender que graças a Bomba não pode mais se meter com a Coréia do Norte. Graças a bomba H não se pode esbater contra a China. Graças aos bilhões e tanto não pode afrontar a Índia.  E por fim abortou seu plano maligno de, por meio da inútil OTAN e da decrépita Europa islamizada, transformar a Ucrânia em quintal com que 'levar a democracia' a Rússia, ameaça-la ou invadi-la. Resta portanto ao espectro do mal tornar a assombrar a América para ver se consegue alguma coisa...

Momento esse em que lhe assoma a mente febril a velha doutrina do "Destino manifesto'. Outra secularização do calvinismo (Alias similar ao sionismo dos judeus). Implica essa doutrina em encarar a si mesmos - E os yankees são muito bons nisto! - como novos israelitas e a américa latina como uma espécie de Canaã que lhes foi prometida e que estão destinados a dominar. Em tal conjuntura são o papismo, a ortodoxia, os cultos ancestrais, o espiritismo, etc encarados como instituições malignas a serem substituídos pelas seitazinhas arrevesadas 'Made in EUA'. 

Remasterizando: Os EUA estão destinados a conquistar nossos Estados e a converte-los em províncias suas, ocasião em que haverão de substituir os modelos sociais e econômicos arcaicos e ineficazes por uma democracia meramente formal e servil face ao mercado i é pelo liberalismo econômico (Capitalismo), o qual por fim nos conduzirá a uma idade áurea. Enfim o Yankee esta destinado a ser o mestre, educador, tutor, civilizador, guia, etc que nos salvará da barbárie!!!

Ao soar o toque da trombeta a 'American way of life' se estenderá do deserto de Sonora a Patagônia, transformando tudo isto aqui num paraíso terreal ...

Da cornucópia protestante ou capitalista brotarão instrução, saúde, habitação, segurança, etc e uma nova américa já purificada do indigenismo e do papismo principalmente, posto que este último falhou miseravelmente em termos civilizatórios, deixando de aniquilar o comunismo materialista (Rsrsrsrs) e dando suporte a regimes socialistas... 

E o padrinho de tudo é James Monroe, o qual num dado momento do século XIX ousou proclamar: "América para os americanos" o que se deve ler: "América para os NORTE americanos recolonizarem." i é destinada a ser quintal destes anglo saxões arrogantes, com sua cultura calvinista, judaizante e bárbara.

Reza, por fim, a lenda, que o primeiro Roosevelt tendo chegado aos confins da Patagônia, sentou-se numa pedra e pôs-se a chorar. E ao ser inquirido a respeito da origem de seu pranto, respondeu o potentado iankee dizendo que ao se lembrar de que todas aquelas terras, desde o México pertenciam a igreja papal, considerou que jamais integrariam o grande império protestante do Norte.

Agora, mais de cem anos depois, após o Vaticano II, o ecumenismo e o declínio do papado, o império, auxiliado pelas seitas protestantes, considera a possibilidade de assimilar-nos. 

Apeguemo-nos portanto a nossa cultura, a nossa tradição e a nossas raízes.