terça-feira, 31 de maio de 2011

Periferiologia

Rap é conscientização, rap é política. Ouça rap! A mídia venal só divulga o funk que só tem conteúdo sexista e memhum conteúdo sexual.




segunda-feira, 30 de maio de 2011

Ser professor

Ser professor nos dias de hoje não é fácil, ele é cobrado por tudo e por todos. São pais descontentes com as notas, são as seducs da vida culpando os professores pelo insucesso dos alunos, certos jornalistas pichando os professores, enfim...

O professor é o bode expiatório de todo mundo. Se os alunos bagunçam é minha culpa é que minhas aulas são chatas e tenho que inventar, ser criativo, interessante, não?

Enquanto no Japaõ os professores são respeitados e honrados, aqui no Brasil os professores recebem o mesmo tratamento que o lixo.

Eles dizem que eu professor sou culpado, mas culpados são eles que nunca estiveram em sala de aula ou que já esqueceram de como é uma sala de aula superlotada e sem condições.

Quando ouço que sou culpado de tantas coisas, tenho que conter minhas gargalhadas.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Adeus PCB!

Militei por dois anos no PCB o partido mais antigo, mas não o mais sério do Brasil. Vi muitas coisas erradas com as quais não compactuo. Saí por causas das diversas incoerências do "Partidão". Incoerências essas bem ao estilo Stálin de ser.

O PCB tem um discurso muito bonito mas na prática a teoria é outra. Falam na dor do proletariado, mas desprezam esse mesmo proletariado ao não permitir que este se liberte a si mesmo sozinho. Os comunistas pensam que tem um líder infalível, da mesma forma que os católicos romanos tem o papa. Só o partido é verdadeiro e tudo aquilo que parece ser bom, se não for do PCB é ruim. A única esquerda boa e verdadeira é o PCB.

Não poucas coisas no PCB me irritam, mas a gota d'água foi quando desavergonhadamente atacaram o presidente da Venezuela Hugo Chávez num falso moralismo e numa tática maquiavélica. Creio que antes de atacar pedra no telhado alheio deveria se olhar o próprio telhado coisa que o PCB filial da Internacional comunista não o fez. O PC da China tinha negócios com o Chile de Pinochet, com o Chile que torturava e matava comunistas; a ex-URSS tinham negócios com a Arábia Saudita que matava comunistas. Pergunto: que moral tem esse partido para criticar Hugo Chávez, partido esse que se mostrou ao longo da história um partido oportunista?

O autoritarismo  que afirma que se tem que obedecer o comitê central sem questionar e que se deve aceitar as "correções fraternais" para depois se fazer a autocrítica de que o militante se encontrava sentado "nas sombras das trevas da morte"; Não aceito nada disso. Cada vez mais, vejo que os anarquistas de esquerda é que tem razão. Liberdade sempre. Coisa que a URSS nunca ofereceu ao povo, antes fez do poder estatal uma arma para oprimir seus dissidentes.

Resolvi sair do PCB porque eu sou basista, acho que a comunidade tem o poder de decidir o que é bom para si, que não depende da ajuda de um "paizinho" como foi o Sr. Stálin. Ditadura do proletariado é o caralho!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Agradar a gregos e troianos?

Foi-se o tempo que eu escrevia para agradar meus leitores, e sempre que fazia isso, sempre aparecia alguém com críticas sujas baseadas em suas frustrações. Hoje eu escrevo para mim e se alguém gostar tanto melhor e se "não gostar, permito que vá à bosta" (Rocha Ramos).

Quem critica, critica porque gosta ou porque é um espírito de porco. Quem ama critica para melhorar o texto do amigo, agora os espíritos de porcos criticam pelo simples prazer de criticar, não tem nenhum fundamento, falam do alto de suas respectivas ignorâncias. Estão fundamentados na areia movediça da estupidez. Tem muito pascácio que pensa que xingar vence debate, que ofender é argumentação. Mas que esperar dos boçais a não ser boçalidade? Ninguém dá aquilo que não tem, já dizia o ditado romano, como pode o estúpido dar sabedoria?

Hoje para escrever não procuro artifícios para agradar a quem quer que seja, sei de minha capacidade, escrevo num ato egoísta, escrevo para desabafar, para expor meus pensamentos e ideias para mim mesmo, ainda que ninguém venha a ler meus escritos. E desde que mudei minha postura, as pessoas passaram apreciar mais o meu estilo, por isso só posso concordar com Nietzsche: "Princípio do amor ao próximo: Ama-te e todos te amarão".

sábado, 30 de abril de 2011

Da conversa

Eu adoro conversar, conversar com pessoas que tenham conteúdo, agora se for para conversar com gente medíocre, tô fora, por dois motivos:
1º você perde tempo;
2º você corre o risco de contrair a mediocridade crônica.

Para conversar bem é preciso que o emissor e o receptor dialoguem mas com conhecimento de causa (perdoem-me a cacofonia ==> com co). Faz-se mister que haja diálogo e não monólogo. Uma boa conversa pode durar horas mas passa rápido como um relâmpago por ser prazerosa. O contrário ocorre quando se conversa com pessoas sem conteúdo, conversa-se alguns minutos e parece que o ponteiro do relógio não anda, tão enfadonhas são essas pessoas.

A conversa é um ato filosófico por excelência que o diga Sócrates de Atenas, só poderia receber o nome de conversa, aquela conversa que elevasse o espírito humano. Outros tipos de conversas são quando muito insultos aos verdadeiro pensadores. Geralmente quando converso com pessoas que não gostam de ler/ estudar ouço apenas ideias que elas julgam ser suas mas que reproduziram da Globo, do cinema, da rádio, enfim da mídia de massas.

Não tenho paciência para entabular conversações com pessoas medíocres, a vida é muito curta para ficar ouvindo merda como se meus ouvidos fossem latrinas. Confesso todavia que conversar com uma pessoa culta e inteligente vale tanto quanto ler um livro de filosofia ou alguma obra clássica e muitas vezes aprendi conversando o que não aprendi nos livros.  Conversar não é para qualquer um, conversar é uma arte.

E por falar em conversa outro dia num domingo nublado conversei durante horas à fio com uma professora show de bola, a professora Luciana, dona do blog Entre o Giz e o Coração. Querida professora Luciana, sinta-se homenageada neste post. E caros leitores desejo que vocês encontrem na conversa não a mesmice do cotidiano: o matador do Realejo, o casamento do príncipe William, a fórmula 1, o futebol, etc... Desejo que encontrem na conversa: ciência, filosofia, pedagogia, culturas diferentes, etc... Que a conversa sirva para nos tornar mais homens e que jamais sejamos infelizes a ponto de repetir a sentença de Ovídio: "todas as vezes que fiquei entre os homens para casa voltei menos homem" (citado  na Imitação de Cristo).

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Da libertinagem de imprensa

A Rede Globo luta bravamente a favor da liberdade libertinagem de imprensa, e fica melindrda quando o governo quer lhe impor limites, mas veja só para o que eles querem libertinagem de imprensa: