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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Os mitos da islamofobia, da cristofobia (crentofobia) e a Catolicofobia I I

A catolicofobia


Foi apenas quando cheguei a casa dos dez anos - precisamente na metade dos anos 80 - que vim a conhecer a igreja romana ou como se diz por aqui 'católica'. Muito mais tarde é que vim conhecer os outros catolicismos: a igreja anglicana e a Ortodoxia.

Portanto desde 1984 pude observar discretamente o comportamento dos papistas, embora ignorasse por completo como funcionava a religião deles. Como bom protestante no entanto e interessado por questões de ordem religiosa, sabia quem de nossas relações ia e não ia missa.

Cinco anos depois, quando cheguei aos 15 (para dezesseis), perdi a fé em Cristo, o qual passeia a odiar profundamente. Isto graças as tonteiras do pentecostalismo! Aos dezesseis para os dezessete anos (1991/92) passei pela mesma experiência que Afonso de Ratisbonna e Paul Claudel: ao entrar pela segunda vez na igreja Matriz de minha terra, entrei deísta, odiando a Jesus Cristo e sai papista!

Como já narrei pormenorizadamente a narrativa de minha conversão ao papismo em minhas obras de polêmica contra os protestantes fundamentalistas. Paro por aqui.

Sucede que alguns anos antes de minha conversão ao papismo, cursando o então oitavo ano e depois o E Médio em 90/91 tive ocasião de ouvir, por parte de meus professores de História - Tive uma profa protestante, uma liberal e um profo Marxista  - autênticos sermões ou Filipicas, bastante agressivas contra a igreja romana. Havia ali gente que ia a missa regularmente, gente de cursava a perseverança, membros de famílias devotadas a igreja... sabia que parte de meus colegas não apreciava o que ouvia, no entanto jamais vi qualquer um deles exasperar-se insultar os professores, denuncia-los a direção (como pretendem fazer os criacionistas de hoje ou faria um muçulmano qualquer!)!

Jamais vi os romanistas em quaisquer circunstâncias cunharem o termo catolicofobia, o qual julgo no entanto são seria apenas oportuno, mas justo; porque os ataques eram fortuitos e cerrados; servindo alias para alimentar meu ódio a igreja de Roma.

Havia apenas um rapaz, extraordinariamente culto, de outra classe e escola, que segundo diziam ousava responder educadamente a tais acusações. O qual após minha conversão tornou-se meu melhor amigo.

Jamais este moço ousou negar as acusações que eram pertinentes, buscando apenas aprofundar o assunto (apontando para a existência do mesmo fanatismo e da mesma inquisição nas seitas protestantes e para o caráter violento e feroz dos reformadores) sem no entanto jamais ousar erguer a voz, ameaçar, maldizer, achincalhar ou agredir como é próprios dos fanáticos de hoje!

Noutros liceus havia romanistas fervorosos aos quais com toda razão incomodavam aquelas pregações anti 'católicas', aquele clima de hostilidade e ódio, etc Alguns dos quais mostravam louvável zelo pela verdade dos fatos e paixão pela justiça a ponto de replicar aos professores com exaltação! Nenhum destes porém ousou denunciar seus mestres, insulta-los ou ameaça-los como sói neste nossos tempos de 'luzes'...

Posteriormente dei com a descrição de tais tipos no Pe Liberato de Griez (Catholicismo e protestantismo 1935) p 04:

"Nós Catolicos temos... caridade, delicadeza e educação. NÃO INCOMODAMOS A NINGUÉM POR MOTIVOS DE CRENÇA, E FICARÍAMOS SATISFEITOS SE OS OUTROS NOS DEIXASSEM EM PAZ.

Os hereges, pelo contrário, são atrevidos e petulantes somo sempre foram e a ninguém deixam em paz. Discutem sempre e em toda parte, chegando mesmo a intimidade do lar e santuário da família, sem sombra de caridade, delicadeza ou educação. Apreciam sobremodo atacar a fé e religião alheias..."
 

Foi o que pude observar antes de tudo no protestantismo materno com sua eterna mania de abordar e discutir assuntos de natureza religiosa com o maior atrevimento e posteriormente na delicadeza da maior parte dos papistas, anglicanos, ortodoxos e espiritas que buscam viver suas crenças, sem, via de regra incomodar os outros.

Não estou negando aqui a existência de fanáticos em tais grupos.

Fanáticos por sinal existem em todas as instituições humanas: times de futebol, partidos políticos, escolas carnavalescas, etc

No entanto em algumas há mais e noutras menos. Numa muito mais e noutras bem menos.

É comparar os catolicismos com o protestantismo, o espiritismo com o islamismo, o budismo e o zoroastrismo com hinduísmo ou sikismo.

Algumas religiões alimentam mais o fanatismo enquanto outras buscam conte-lo até certo ponto.

De minha parte como poderia deixar de ser atraído pela delicadeza religiosa dos católicos e espíritas, que os protestantes, islâmicos e outros fanáticos e obscurantistas desonestos buscam apresentar como falta de fé (COMO SE A FÉ FOSSE NECESSARIAMENTE FANÁTICA - neste cado deveríamos abandona-la por completo como dizem os materialistas e ateus partidários desta tese).

Por experiência posso dizer que católicos e espiritas tem tanta fé quanto seus adversários religiosos. A diferença aqui é que católicos e espiritas insistem igualmente na Ética ou no amor ao próximo e consequentemente na tolerância, no convívio fraterno, na paz, etc Repugna a tais pessoas, e com absoluta razão, interrogar os outros sobre suas crenças, imiscuir-se no domínio das opiniões religiosas alheias, abordar assuntos de natureza religiosa sem um pingo de delicadeza, dirigir-se a deus berrando para que os vizinhos sejam informados sobre sua fé, sair catequizando o mundo afora a força de gritos... pelo simples fato de não serem intrometidas e grosseiras até a mais baixa vulgaridade, mas educadas.

Não quero com isto cair no extremo oposto dizer que religião não se discute. Pode e deve a religião ser discutida polidamente entre os iguais, isto é entre as pessoas nobres, equilibradas e instruídas. Desde que no entanto haja intimidade entre elas. Não é religião assunto vulgar a ser abordado com estranhos no meio da rua! A discussão de assuntos de tão elevada natureza exige a existência de sólidos vínculos. Coisa que um fanático, tarado ou compulsivo não pode compreender!

Particularmente, sinto-me mortificado sempre que algum desconhecido, após alguns instantes de prosa, imbrica pela seara da fé ou da religião. Intuitivamente percebo estar diante de mais um sectário com o qual, infelizmente, não é possível criar qualquer vínculo mais estreito e. diante disto, busco desconversar polidamente. Todavia caso não seja possível, digo em algo e bom som que tenho em conta de mal educadas e grosseiras as pessoas intrometidas que gostam de muito saber a respeito da vida alheia. E, se tal não for suficiente, recorro a um curto e grosso 'Passar bem', dou de costas e saio andando.... deixando o troglodita falando sozinho!

Simplesmente não dou a mínima atenção a esses profetas mal educados da modernidade.

Sei dialogar muito bem a respeito da fé, mas não a moda das lavadeiras... que apreciam descrever minuciosamente a roupa suja alheia. Uma discussão improdutiva em termos de roupa suja não me interessa. Debates com fanáticos que só sabem perceber os defeitos do sistema rival não me interessa nem um pouco.

Debater com protestantes e muçulmanos é mais o menos assim...

Atacam a não poder mais a igreja do papa...

Descrevem pormenorizadamente a inquisição; com seu sabido cortejo de horrores, tem o nome do Torquemada na ponta da lingua, apreciam discorrer sobre caso Galileu, etc

E caso os deixemos falar, haja corda!!!

No entanto assim que abrimos a boca com o intuito de refrescar-lhes as memórias e trazemos a baila: o assassinado dos camponeses por Lutero, a execução de Servet por ordem de Calvino em Genebra, os distúrbios causados pelos huguenotes na França, a condenação de Servet pelo próprio Lutero, o caso das Bruxas de Salém, a História do forceps, o caso Scopes, etc ou em se tratando dos muçulmanos os genocídios armênio, assírio e siríaco de 14; os feitos sangrentos de Tamerlão, a fúria de Al Hakim contra os cristãos coptas, o assassinato de Umm Qirfa e Asma Marwad, a conversão forçada de Abu Sufyan, o caso de Safiya, a execução dos 900 judeus, o ISIS, o BOKO HARAM, o TALIBAN, a murtad, a Djzia, o machismo, o escravismo, etc NOSSOS CONTRADITORES TAPAM OS OUVIDOS E PÕEM-SE A BERRAR:

ISLAMOFOBIA - CRISTOFOBIA!!!

Como papagaios ou vitrolas quebradas!


Quer dizer que atacar a igreja romana pode, bem como o anglicanismo e a Ortodoxia. Meter o pau nessas três confissões é digno, justo, bonito! Agora quando os católicos, espíritas ou incrédulos fazem os fundamentalistas beberem do mesmo veneno, expondo publicamente as malignidades perpetradas pelos sistemas a que pertencem, fazem-se logo de vítimas inocentes insidiosamente perseguidas! Oh coitados, criticar os outros eles sabem e com fúria, agora receber a crítica mais leve, transtorna-os!!!

Não entendo essa lógica dos Catolicismos poderem ser criticados livre e as vezes até injustamente e do protestantismo ou do islã serem tabus!

Alguém compreende?

Podem os protestantes e islâmicos se abster de agredir e atacar nossa fé ou a fé alheia?

Não!

Então com que petulância infernal se queixam quando seus sistemas são atacados???

Quantas vezes não tive de ouvir dos protestantes e ja estou a ouvir dos muçulmanos:

Agora o amigo passou dos limites!

Ah???

O que???

Não entendi!

Mas que é que me põe ou dá limites???

Com sua licença sr pastor, sr xeque, mas os srs não me impõem limite.

Vivemos, é sempre bom lembrar, numa sociedade democrática pautada no princípio da igualdade.

Assim o que é permitido aos srs também a mim me é permitido, e se os srs são tão hábeis em criticas as crenças alheias, bem vai que recebam lá uma criticazinhas!

Ah os srs se sentem ofendidos por criticar-mos o Corão ou o Antigo Testamento ou os escritos de Paulo???

Podem chorar a vontade ou até criar um muro das lamentações só para vocês: um protestante e um islâmico!

Limites quem me impõem sou eu mesmo e não lhes devo, felizmente, satisfação alguma.

Se alguém é pastor, xeque ou fanático, não existe para mim.

No entanto eu não preciso como vocês escudar-me por trás de magníficas frases de efeito como 'islamofobia' ou 'cristofobia' que é coisa de gente desonesta e incapaz. Vanglorio-me de ter estudado minuciosamente a História do protestantismo e estar fazendo o mesmo com a História do Islã. Pesquisados recorro as fontes buscando por a luz o que os srs ocultam!

Não preciso recorrer a mentira, ao engano e sequer as meias verdades ou verdades distorcidas como os srs! A igreja romana teve uma inquisição?

Sim teve!

Num determinado momento de sua existência passou a ceifar vidas humanas?

Lamentavelmente!

Em dado momento de sua história apostatou de seus ideais?

Sim!

Agora que proveito podem tirar de tais aduções islamismo e protestantismo????


NENHUM!!!

 E por que???

Porque o protestantismo, com Lutero matador de camponeses e anabatistas, já nasceu matando, já nasceu assassino, ja nasceu carniceiro! E fez carreira na inquisição, do que temos exemplo na morte de Servet...

Porque o islamismo não só nasceu matando - mencionarei apenas o poeta Ibn Afak - como mata e sustenta a doutrina do assassinato até nossos dias. O islã censurar a igreja romana por ter exercido violência no passado seria como Hitler acusando o Al Capone por assassinato!!!

A igreja romana só começo a executar os heréticos a partir do século XIII. Durante mais de mil anos abstivera-se de assassinar, embora o meio fosse extremamente violento após o século V! Protestantismo e islã teem seus berços encharcados em sangue humano!

Cristo não foi assassino! Pedro, primeiro Bispo de Roma, não foi assassino! Gregório, o grande não foi assassino! Maomé foi assassino e torturador - mandou torturar ibn Kynana - e Lutero matador confesso de 30.000 camponeses, sem contar os infelizes anabatistas cuja morte revindicou!

Então a que título sentem-se melindrados esses hipócritas!

Protestantes e muçulmanos não tem pingo de moral para tecer críticas a igreja romana!

Como não tem o sujo pingo de moral para censurar o mal lavado!

Como os fariseus não tinham pingo de moral para denunciar a Madalena!

Como aquele que tem uma trave no olho não é dado soprar cisco em olho alheio!

Que os ateus e materialistas o façam, lá vai...

Que protestantes e muçulmanos descarados ousem faze-lo é o cumulo da patifaria!

Nem por isso acredito que os Cristãos episcopais haverão de berrar: cristofobia!

Não precisam! Tem os fatos a seu favor!

Que gritem: À História!

E ponham os fatos a luz!

Posso ter desertado da igreja romana. Porém jamais cessei de amar a justiça e a equidade!

Assim, se tiver de defende-la contra seus acusadores hipócritas defende-la-ei e sequer precisaria de fé em Cristo ou de ter diante dos olhos a certeza da existência de Deus para faze-lo! Basta-me a voz da consciência e o sentido da ética.

Posso talvez no fundo ter desesperado quanto ao espírito Católico e ser pessimista quanto o futuro da Europa, do Brasil e da humanidade em geral. Agora quem desesperou do espírito do Catolicismo desesperou de tudo e não pode encarar senão como o cúmulo do absurdo a crença segundo a qual espírito do pentecostalismo ou o espírito do islamismo, fariam melhor do que ele pelo gênero humano!!! Não importa tomo por consolo a Filosofia de Aristóteles associada ao ideal ético de Platão! Agora que lá no fundo, bem no fundo, torço por uma revanche católica, ah isto torço! Para qualquer pessoa culta e emancipada seria melhor viver numa sociedade inspirada nos princípíos do Catolicismo do que numa sociedade pentecostal, regira pela Torá de Moisés, ou numa sociedade sunita regida pela sharia.

Tendo estudado com afinco e atenção todos estes credos não poderia pensar doutra forma.



segunda-feira, 21 de setembro de 2015

O islamismo enquanto estado de privação de direitos

Mencionamos no artigo anterior o triste estado da mulher muçulmana, a qual segundo as leis bárbaras e cruéis dessa religião deve permanecer isolada em sua casa, cobrir-ser com uma burka, jamais resistir ao esposo e ser arbitrariamente espancada ou disciplinada sem reagir. Tal a condição da mulher livre e virtuosa segundo a maravilhosa sharia!!!

Já a mulher adúltera deverá ser enterrada até o umbigo e apedrejada até a morte. Para servir de exemplo as demais! Depois as feministas vociferam contra Jesus, embora ele tenha salvo a prostituta e condenado este tipo doloroso de punição! Importa que Jesus colocando as prostitutas no Reino dos céus antes dos fariseus seja sempre vilão e Maomé com a sua sharia o mocinho!!!!???...

Consideremos agora a condição de outros tipos humanos, principiando pela criança.

Esta deve obediência total a seus pais, especialmente no que diz respeito a religião. Bem cedo ainda é enviada a madrassia ou escola religiosa onde aprender a ler recitando o Corão. A madrassia é quase sempre comandada por um clérigo. Portanto ja podeis ignorar o que se sucederá a pobre criança se ousar manifestar alguma dúvida sobre a divindade do Corão ou tecer alguma crítica a Maomé: a princípio será esbofeteada rudemente, e, em seguida - caso ouse insistir - agredida a varadas até cessar de perguntar ou melhor até professar a fé.

Assim, desde a mais tenra idade habituam-se os pobres muçulmanos continuamente agredidos habituam-se a crer por medo. É uma religião do terror em que a fé é inculcada por meio de castigos físicos na juventude. E quando chegam a idade adulta a criticidade e a livre iniciativas estão já complemente mortas e sepultadas. Assimilaram já a ideia de uma divindade despótica bem como a ímpia doutrina das penas eternas. Sendo assim, sempre terão medo desse deus vingativo e austero bem como das chamas e do mármore do inferno. E tudo farão para contentar a divindade iracundas e escapar do tal inferno.

Tal e qual a educação ocidental é ou deve ser essencialmente democrática, crítica e reflexiva; incentivando o homem a questionar todos os mitos, a educação islâmica é essencialmente totalitária sendo seu principal objetivo extinguir qualquer tipo de criticidade das mentes de seus adeptos, ensinando-os a jamais questionarem o Corão e a jamais por em dúvida a infalibilidade de Maomé.

Tampouco é capaz esta Sociedade de conviver com a diversidade sexual ou de respeitar as diversas opções. Tudo quanto existe para eles é o gênero. No caso decretado por deus. Homem é homem, mulher é mulher e pronto. O que passa disto procede do maligno, devendo ser, consequentemente extirpado ou melhor aniquilado.

Assim, a sharia, determina que os homossexuais sejam enforcados.

Toquemos agora a questão das minorias religiosas no islã e da liberdade religiosa.

Basta dizer que não existe.

Alguém ja ouviu falar em Igrejas, torres, sinos, e cruzes na Árabia Saúdita??? Claro que não! Afinal o pais queridinho dos EUA, ignora supinamente a existência de tal liberdade apresentando-se como um nação exclusivamente islâmica e vedada aos infiéis. E este é o modelo da Umma, consagrado pela sharia: uma sociedade monoreligiosa em que inexistam infiéis!!! Nem sinagogas, nem igrejas, nem templos, nem pagodes podem ser edificados naquele solo sagrado, embora por uma questão de necessidade tecnológica ou financeira possam os descrentes circular por lá, desde que não manifestem qualquer tipo de comportamento religioso. Para circular pela Arábia devem os não muçulmanos abdicar de suas crenças pessoais!!!

E que não reclamem pois em Meca e Medina, as duas cidades sagradas do islã, são proibidos de entrar sob pena de morte! A presença de um judeu, de um cristão, de um hindu ou de um budista tornariam tais cidades impuras! Nem preciso declarar que a desobediência a tal preceito expõem o pobre infiel a execução sumária ou linchamento.

E no entanto os muçulmanos não só querem viver em Roma, Londres, Paris, Berlim, Madrid, etc como ousam revindicar (em nome da liberdade de consciência) a abolição da semana santa na Espanha!!! E até mesmo a retirada da Cruz da bandeira suíça, alegando que fere seus nobres sentimentos religiosos! Nossos símbolos religiosos ferem seus olhos... Mas nós devemos encarar com absoluta naturalidade o linchamento de infiéis em suas cidades santas ou o monopólio exclusivo da religião muçulmana na Arábia Saudita! Conceder-lhes todos os direitos e regalias em nossas repúblicas, enquanto eles permanecem restringido ou negando os direitos religiosos alheios em seus califados!

E há pessoas, há ocidentais, há 'anarquistas' até quem concordam com isto, ou seja, com os privilégios arrogantemente exigidos pelos membros desta confissão.

No entanto a maior parte dos muçulmanos pensa exatamente assim: direitos humanos apenas para muçulmanos radicados no Ocidente e direito algum para as minorias religiosas ou ocidentais radicados no Oriente! E até exigem de nós um tratamento distinto do que dão aos dissidentes ou ocidentais em seus terras! A arrogância desse povo não tem limites!

Basta dizer que para ser mais ou menos livre ou viver como cidadão de segunda classe, deve o judeu ou cristão, instalado numa República islâmica qualquer pagar a Djzia que é um imposto do infiel. Além de abster-se de portar armas, de ostentar os símbolos de sua fé, o de possuir tal e tal tipo de cavalo, de ceder passo a qualquer muçulmano... Enfim de vegetar como um pária despojado de quaisquer direitos cívis. Nem pode recorrer a um Cadi ou a um tribunal muçulmano por ser infiel, ficando o contendente muçulmano sempre com a razão! O infiel jamais tem razão entre ele pelo simples fato de ser infiel!

E se ousa recitar algum versículo do Corão em sua defesa é logo esbofeteado e agredido pois não é dado a um infiel recitar qualquer passagem do livro sagrado!

Suponhamos agora que algum muçulmano deseje abraçar outra religião.

Concede-lhe o islã este sagrado direito pertencente a toda e qualquer criatura racional?

Ao contrário de todas as religiões existentes na face da terra o islã vangloria-se de ter apenas porta de entrada, jamais de saída.

Assim se tens o Corão aberto posto sobre tua cabeça e dizes: 'Deus é deus e Maomé seu profeta' estas definitivamente acorrentado a este sistema.

Do contrário, declarou um de seus clérigos: o islã já teria se extinguido e não haveria um só muçulmano na face da terra! É a murtad ou sentença de morte contra os apóstatas que mantem o islã vivo! Assim esta religião alimenta-se apenas do medo, do terro e da falta de virilidade de seus adeptos! Do contrário já teriam lançado a sharia as urtigas e abraçado outras fés mais consistentes ou a incredulidade.

A sharia no entanto determina que tantos quantos ousarem abandonar o islã sejam trucidados! Os muçulmanos podem exigir de você que abandone sua fé, mas não podem nem sonhar em abandonar a deles! Não é que não queiram faze-lo, apenas não podem! Vingam-se estes infelizes e amargurados buscando converter na marra os infiéis... que ousaram resistir a islamização! Porque resistir a islamização numa sociedade islâmica é um ato de grande bravura!

Já a murtad pode ser definida como a inquisição mais radical da face da terra.

Agora se você é ateu, materialista, indiferente ou politeísta deve saber que sequer há uma Djazia para si! Mas apenas o alfange e o tradicional 'Converte ou morre'! Direito algum concede o islã aos não cristãos e não judeus! Segundo a sharia ateus, descrentes e pagãos que recusam-se a abraçar a nova devem ser exterminados sem misericórdia, exatamente como Maomé procedeu ao conquistar Meca! O exemplo esta dado, na sociedade teocrática do islã não há espaço para ateus, materialistas e idólatras, votados compulsoriamente a morte!

Nem mesmo por uma vida de servidão e indignidade podem eles aspirar. Ou recitarão a Shahada ou perecerão! Alias uma das coisas que mais incomodam os muçulmanos é o vício dos Cristãos e judeus conviverem pacifica e democraticamente com os incrédulos, ateus e politeístas ou invés de aniquila-los por meio da jihad. No sentir deles o simples fato de estarmos inseridos numa sociedade democrática e aceita-la manifesta nossa falta de fé ou hipocrisia. Do contrário seriamos também nós jihadistas, nem podem eles compreender religião sem jihad!

Admite além disso esta bela religião a escravidão...

E não pode fugir a tão grande vício, pois fazia parte da cultura do tempo.

Pode o islã, no máximo, declarar quão belo é o gesto do senhor dar liberdade a seus escravos, mas não proibir alguém de ter escravos como o Catolicismo. Pode, a exemplo do apóstolo Paulo, solicitar que o proprietário conceda a redenção a seus servos mas não condenar a servidão em nome de deus!

O máximo que os muçulmanos podem declarar e declaram é que Maomé aliviou a condição dos escravos ou que a Lei deles determina que o escravo seja bem tratado. Dizem ainda que a religião deles pretendeu abolir a escravidão pouco a pouco, embora já se tenham passado quatorze séculos após a primeira Hégira e eles continuem tendo escravos e escudando sua posição na lei islâmica! Alegam ainda que os culpados são os governantes islâmicos e não o islã, quando sabemos muito bem que se um governante muçulmano não impõem a Djazia ou exerce a Jihad pode até ser morto além é claro de alijado do poder... então por que raios não foram punidos na mesma forma os tais governantes avarentos paladinos do escravismo???

Assim se o profeta deles apenas suplicou, como S Paulo, pela abolição da escravatura quem no islã será capaz de decretar sua abolição formal? Ninguém, ninguém, ninguém...

Ademais estamos muito bem informados a respeito do imenso prestígio que Maomé gozou entre seus seguidores desde o princípio, a ponto de exterminarem sem misericórdia seus críticos e de obedecerem-no cegamente. Muito facilmente poderia ele ter abolido, caso quisesse, esta instituição criminosa em nome de seu deus e consignado tal abolição nas páginas do livro. Portanto se não o fez, preferindo suplicar, reconheceu implicitamente que esta instituição criminosa estava de acordo com a vontade de seu deus, e portanto que a proibição da escravatura em nome de deus é impossível e, logo impossível no contesto da sociedade islâmica.

Donde se infere necessariamente que esta seita maléfica sanciona divinamente a instituição criminosa da escravidão. Enfim o direito de uma pessoa submeter outra pessoa a força e obriga-la a trabalha-la para si. O que temos em conta de roubo!

Basta com o dizer que o islã define até que animais de estimação você deve ter.

Pois além de sua malquerença para com os suínos, os bons muçulmanos também consideram o cão como um animal imundo.

Maomé gostava de gatos - tinha uma gata chamada Muezza - todos devem gostas de gatos...

E nem sei porque os muçulmanos do Ocidente não limpam o ânus com areia após terem defecado!

O fato é que a sharia determina o extermínio dos cães, fazendo exceção apenas aos de pastoreio! Não faz muito tempo que os líderes religiosos e políticos do Iram manifestaram a intenção de cobrar uma espécie de Djzia canina, uma vez que o pais achava-se infestado por tais animais impuros, os quais serviam como animais de estimação...

De fato as pretensões do islã não tem limites.

Trata-se da maior conjuração já urdida contra as liberdades e direitos do homem no curso da História. O mais triste porém é contar esta conjuração com a colaboração ativa de Ocidentais que se dizem amigos da liberdade!!! Agora como poderiam os amigos da liberdade sob quaisquer pretexto, mancomunar-se com seus piores inimigos e apóstolos da teocracia???

Acobertar e proteger uma religião problemática como esta é como agasalhar um serpente junto ao peito! Mais cedo ou mais tarde você será picado!