
Publiquei na postagem anterior a minha redação que é a visão de um educador influenciado por Heráclito. Agora, publico a redação do professor Domingos, que é a visão de um educador influenciado por Parmênides de Eléia. Segue a redação em itálico.
O paradoxo da educação
Grosso modo podemos afirmar que as necessidades básicas do adolescente de hoje são as mesmas do que aquelas que nortearam as vidas de seus pais e avós: a busca pela aceitação dentro do grupo a que pertencem, pela autoestima, pelo equilíbrio emocional e certamente pela realização profissional enquanto colocação no mercado de trabalho.
E apesar disso o ritmo das transformações sociais ditado pelo processo capitalista da produção, alterou por completo a dinâmica em que tais necessidades são supridas.
Os meios de transportes e de comunicação aceleraram de tal modo as relações sociais que a psicologia sequer teve tempo de analisar o impacto de tais mudanças e alterações na mente das nossas crianças e adolescentes.
As crianças e adolescentes entram muito cedo na vida adulta de modo que as necessidades de sempre exigem uma satisfação um tanto mais precoce até que se atropelam e amontoam, gerando assim instabilidade emocional e conflitos sob a forma de rebeldia entro dos lares e da sala de aula.
Julgamos portanto que o ritmo a que os adolescentes tem buscado satisfazer suas necessidades devem ser mudadas e que deixem de ser imediatistas e que as relações não sejam mais ditadas pelo capital.
O paradoxo da educação
Grosso modo podemos afirmar que as necessidades básicas do adolescente de hoje são as mesmas do que aquelas que nortearam as vidas de seus pais e avós: a busca pela aceitação dentro do grupo a que pertencem, pela autoestima, pelo equilíbrio emocional e certamente pela realização profissional enquanto colocação no mercado de trabalho.
E apesar disso o ritmo das transformações sociais ditado pelo processo capitalista da produção, alterou por completo a dinâmica em que tais necessidades são supridas.
Os meios de transportes e de comunicação aceleraram de tal modo as relações sociais que a psicologia sequer teve tempo de analisar o impacto de tais mudanças e alterações na mente das nossas crianças e adolescentes.
As crianças e adolescentes entram muito cedo na vida adulta de modo que as necessidades de sempre exigem uma satisfação um tanto mais precoce até que se atropelam e amontoam, gerando assim instabilidade emocional e conflitos sob a forma de rebeldia entro dos lares e da sala de aula.
Julgamos portanto que o ritmo a que os adolescentes tem buscado satisfazer suas necessidades devem ser mudadas e que deixem de ser imediatistas e que as relações não sejam mais ditadas pelo capital.