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domingo, 19 de outubro de 2025

Europa a sombra dos minaretes - Que fazer... II

Uma vez exposta a situação temos de considerar o que fazer.

Pois assistir passivamente esta calamidade, que é o avanço do islã (Organizado pela própria ONU) pela Europa é algo que não podemos cogitar.

Pois no momento em que o crescente arvorar sobre a acrópole de Atenas, no fórum romano ou sobre os Túmulos dos apóstolos Pedro e Paulo as bases da autêntica cultura ocidental estará morta.

Pois terá deslocado a Filosofia clássica, o Direito romano e a Ética do Evangelho e destruído nossa identidade, nossas raízes e nossa tradição.

No momento que as noções de racionalidade, livre arbítrio e amor ao próximo forem deslocadas e substituídas pelo irracionalismo, o determinismo e a agressividade tornaremos a barbárie e o islã será a porta.

Antes de tudo devemos estar aptos e treinados para contestar a ideologia pós modernista, por estar ela na base dessa conjuração.

Apesar do capitalismo e de outras misérias (Que nos conduziram a beira do abismo.) temos democracia, temos direitos inerentes e portanto igualdade jurídica, temos a noção de bem como ou justiça social, etc e portanto temos sim um padrão cultural superior em comparação ao autoritarismo totalitário, a teocracia, a uma hierarquia social arbitrária, etc - Ainda que limitássemos essa superioridade ao espaço de nossa própria cultura.

A menos que considerássemos o casamento de garotas com velhos, a castração de mulheres, o enforcamento de gays, a agressão aos pequeninos, a opressão dos dissidentes religiosos, o emprego generalizado da força, etc como práticas desejáveis temos de afirmar a superioridade da cultura europeia atual e de reconhece-la como propulsora no mínimo da forma de convívio menos ruim que existe. 

Alias desconfio que certas pessoas justificam o islã justamente porque aspiram viver a sua moda e devo avaliar qualquer cidadão ocidental ou europeu que deseje tratar sua esposa ou seu vizinho cristão segundo a lei islâmica como um canalha. 

Mais, a mim me parece que tanto entre os filo protestantes fundamentalistas no Brasil quanto entre os simpatizantes do islã na Europa sobressai um perfil sinistro: O desses homens maduros, machistas, homofóbicos, tarados, etc que aspiram enforcar gays e estuprar menininhas...  

Antes de tudo devo dizer que sou a favor de que os refugiados sejam recebidos ou acolhidos de braços abertos em qualquer parte do mundo desde que não sejam eles fundamentalistas religiosos, islâmicos ou cristãos, capazes de colocar as vidas dos demais cidadãos em risco. E não posso admitir por meio algum que a segurança dos cidadãos que vivem num determinado espaço sejam privadas de paz e segurança pela introdução de qualquer outro grupo social.

Os cidadãos ou contribuintes que pagam impostos fazem jus a segurança, a proteção e a paz; sendo dever do Estado garantir essas condições sob pena de quebrar o pacto vigente, tornar-se inútil, ocioso e ser confrontado pelos cidadãos.

Portanto receber em suas fronteiras qualquer grupo composto por fanáticos, teocráticos ou fundamentalistas, os quais venham a colocar em risco as vidas e bens dos cidadãos implica traição inaceitável. 

Devem portanto os árabes e outros que aspiram instalar-se na Europa adotar a cultura local e tal preceito deve ser indiscutível. Implica essa atitude abandonar os hábitos arraigados e assumir os hábitos comuns ao grupo em que se pretende viver. Implica abdicar de qualquer atitude no sentido de introduzir hábitos ou costumes árabes. Implica sobretudo em comprometer-se a não introduzir a Sharia e implica por fim aceitar que não serão construídas novas mesquitas. 

Seria ridículo ter eu de dizer que de modo algum devem os refugiados confrontar as práticas, costumes ou tradições das populações locais, profanando seus santuários, invadindo seus locais de culto, destruindo seus símbolos ou colocando em risco suas pessoas sob pena de serem rigorosamente punidas ou castigadas na forma da Lei. 

E segundo penso todas as violações acima por parte dos hóspedes deveriam ser punidas com deportação ou expulsão da comunidade em questão - Pois tratam-se de crimes contra os direitos inerentes das pessoas os quais não podem, sob quaisquer alegações, ser tolerados numa sociedade civilizada.

Vou além e opinarei que apenas as mulheres, os idosos, as crianças e os deficientes provenientes de sociedades islâmicas sejam acolhidas na Europa, e mesmo assim com a devida cautela. Quanto aos homens adultos, julgo haver precedentes graves para que deles se exija o abandono do islã ou um compromisso fundamental no sentido não tentarem impor a sharia ou construir mesquitas.

O mais recomendável no entanto é que os homens adultos do islã não sejam recebidos nos países europeus e sobretudo que clérigo ou imame sunita algum seja recebido. Naturalmente que a poligamia deve ser rigorosamente proibida nos territórios não islâmicos pois costumam ele dar o 'golpe' da barriga ou crescer pelo ventre até suplantar a população local. Também seria aconselhável a exigência de que limitem o número de filhos por casal sob pena de não serem aceitos - No caso dos homens adultos serem recebidos.

Necessário que seus filhos sejam obrigados a frequentar a escola local, de preferência pública e laica de modo a serem introduzidos na cultura vigente. Devem além disto aprender a falar a lingua local e valoriza-la. 

Outra medida de suma importância é proibi-los de formarem bairros, guetos ou pequenas comunidades fechadas e obriga-los a dispersarem entre a população 'comum', convivendo ou comunicando-se com ela, de modo a favorecer as trocas culturais.

Tais algumas sugestões concretas que já deveriam ter sido implementadas quanto esse tipo específico de população. Afinal hóspedes só podem ser acolhidos sob nossos tetos sob determinadas condições estipuladas pelos proprietários... 

Importante que tais leis sejam fixadas e que toda e qualquer violação implique na deportação ou no retorno compulsório ao local de origem. Quanto a isto não deve haver relaxação ou contemplação alguma, especialmente em se tratando de delitos inspirados pela fé e contra a fé alheia e seus símbolos. 

Deve haver todo um programa destinado a fazer com que os hóspedes assimilem os princípios, os valores, os costumes e a cultura local ou que no mínimo exerçam rigorosa tolerância face a ela, abandonando toda e qualquer hostilidade.

Super importante que a decisão de acolher essas pessoas passe pela comunidade local e que a nível nacional seja objeto de referendo ou de aprovação direta pela população e jamais uma imposição feita por órgãos internacional como a ONU ou a OTAN uma vez que são controlados por outros países e poderes. 

Importante que seja uma atitude política democrática i é sancionada pela população nacional e local e gerenciada por elas através de leis específicas destinadas a manter a cultura e promover a paz. 









domingo, 7 de maio de 2017

Os Falsos salvadores fabricados por uma esquerda inepta ou o significado de Le Pen


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Sem ser materialista ou marxista ortodoxo devo confessar que no momento presente temos um Sociedade mergulhada até o pescoço no pântano ou lodaçal do materialismo e guiada em sua maior parte por necessidades econômicas.

Boa parte das pessoas já não tem valor. Precisamente porque tem preço, são venais e se vendem, e se prostituem mesmo quando condenam a prostituição convencional, alias a mais inocente.

Assistimos, alias desde a falência da Reforma protestante, uma avalanche de ceticismo e materialismo. Tolo e supinamente tolo quem atribui a gênese ou mesmo o triunfo do materialismo ao Comunismo/marxismo com o simples objetivo de sataniza-lo. A gênese deita raízes em 1521 (Lutero) e afirmação, a ascensão do modelo capitalista de produção. Jamais será ocioso repetir que os comunistas receberam seu materialismo como herança ou legado entregue pelo liberalismo econômico. Nem Anarcharsis Clothes, nem La Metrie e muito menos D Holbach era comunistas e menos ainda socialistas...

Desde então, até hoje, e mais ainda após o Vaticano II entre as sociedades ditas 'católicas' ou romanistas, a maré do materialismo não cessa de avolumar-se. Gostando ou não dele, ai esta e inserindo-se cada vez mais na cultura, mesmo quando mantem falsas aparências de religiosidade ou afeta Cristianismo (rsrsrsrsrsrs).

Observem como a imprensa atual ou os meios de comunicação de massa esforçam-se por acusar, denegrir e surrar a igreja romana e em geral as formas Católicas ou episcopais do Cristianismo (Anglicanismo, Ortodoxia). Dia após dia, ano após ano, a propósito de qualquer coisa trás novamente a baila a inquisição, as superstições medievais, as violências realizadas pelos antigos concílios, etc Os Catolicismos vivem sob um ataque sistemático há mais de meio século e já adianto que a principal razão disto é que - muito mais do que o protestantismo (Individualista por definição) - é que estas formas fomentam ou alimentam, ainda que inconscientemente, um certo espírito de solidariedade social, de unidade, de 'gregarismo' que não corresponde de modo algum as aspirações do Capitalismo.

O Capitalismo odeia instintivamente o Cristianismo antigo, legítimo, original, histórico, importado do Oriente. Seu, 'seu' cristianismo, batizado, crismado, colonizado, adaptado e servil chama-se protestantismo 'A religião essencialmente burguesa' como definida por F Engels. O 'A Ética protestante e o espírito do Catolicismo' não foi escrito por acaso e classificado como a obra do século. Nem 'Os demônios descem do Norte' ou o "Socialismo uma utopia Cristã' são obras de pouco calado.

Leiam e ficarão sabendo muito bem porque nossa imprensa ou nossos meios de comunicação de massas, todos privados, amancebados com a política liberal e influenciados senão também comandados pelas lojas maçônicas vivem passando a mão na cabecinha do protestantismo e do islamismo, dispensando a tais obras religiosas um tratamento totalmente diferenciado ou cavalheiresco. A ponto de estarem subvertendo por completo a História ao apresentar o islamismo como uma religião de amor e paz; amiga da ciência (!!!) e comprometida com os direitos do homem (!!!) E isto, céus eternos, com o apoio entusiástico de uma esquerda completamente burra ou supinamente ignorante em termos de História religiosa.

Dir-se-ia que chegamos ao fundo do poço.

Coisa nova ou novidade debaixo do sol?

Memoremos que a fé protestante, biblicista, fundamentalista e tosca, ora em ascensão e nosso pais e responsável direta pela afirmação do ideário conservador a que estamos assistindo (Decididamente apoiado pela quase que totalidade dos pastores pentecostais), foi introduzida neste pais a século e meio com decidido apoio das Lojas Maçônicas. E com um propósito definido, alias intuitivamente, facilitar a ruptura com nossas tradições culturais e por meio da nova fé individualista abrir as mentes dos brasileiros de modo a receberem uma nova forma, a forma capitalista...

Sabiam desde o princípio o que mais tarde veio a ser empiricamente verificado lá na grande República do Norte por meio de tantas pesquisas e muito bem estabelecido e expresso nas obras já clássicas de Ch Dawson e Butterfield, que a introdução de uma nova fé numa Sociedade tende a transformar suas estruturas sociais por meio da cultura.

Sabiam que a assimilação da fé protestante com seu conteúdo individualista nos aproximaria significativamente do modelo de organização social Yankee, iniciando o processo de puritanização, americanização, capitalização, etc a que ora assistimos.

Mudou alguma coisa? Algo de nodo debaixo do sol?

Os pastores como Malafaia, Felicianus, Everaldo, Campos et Caterva fazem o que querem por este pais afora semeando toda casta de preconceitos obscurantistas tomados a Torá ou a Tanak, semeiam a intriga, insuflam a intolerância, estimulam a violência, praticam golpes, fraudes e estelionatos, participam da corrupção política, comentem crimes e a alguém vê a imprensa empenhar-se em denuncia-los????

Chamam os africanos de malditos, os católicos de prostituídos, os ateus de inimigos do gênero humano... Afirmam que o lugar da mulher é na cozinha e que deve sujeitar-se o mando do marido, que os pobres são vagabundos ou amaldiçoados, que animais podem ser maltratados por não terem almas, que crianças devem ser castigadas com a vara, que homossexuais são pervertidos... Ousa opor-se a leis como a L Maria da Penha e Menino Bernardo... Pleiteiam pela aprovação de leis de exceção destinadas a exaltar suas seitas... Cortam as mãos de nossos índios... Põem fogo e incendeiam toda República e a imprensa venal permanece completamente muda.

Cidadãos são assassinados - Até com requintes de crueldade - por loucos e visionários estimulados por pastores irresponsáveis, pessoas são mortas em sessões de exorcismo, templos papistas e umbandistas são invadidos pro fanáticos de depredados, nossas escolas e prédios públicos são cada vez mais usados como 'igrejas' pelos fanáticos, a liberdade de cátedra dos professores e a laicidade do ensino público são questionados pelos neo inquisidores, toda uma bancada religiosa dedica a obter privilégios para suas agremiações e consequentemente para desmantelar o estado laico, seitas e pastores lavam dinheiro para políticos corruptos e empresas, candidatos religiosos (Pastor e Everaldo) envolvem-se com esquema de corrupção, demagogos religiosos apoiam formalmente a criminosa reforma da previdência, etc, etc, etc E... A imprensa silencia sobre praticamente todos estes fatos, passando o protestantismo como algo ideologicamente inócuo neste pais!

Vivemos num autêntico estado de cumplicidade, e por que?

Primeiro porque como já dissemos há uma afinidade eletiva entre o protestantismo e o modelo capitalista... E em segundo lugar porque o protestantismo É SUSTENTADO JÁ COM O DINHEIRO DOS ESTADOS UNIDOS OU DE SUAS EMPRESAS, JÁ COM O DINHEIRO DOS DÍZIMOS COLETADOS. Trata-se duma fonte de renda copiosa, parte da qual é cambiada a imprensa, a guiza de comprar-lhe o silêncio.

A propósito, todo cidadão deveria saber que toda essa conversa de 'liberdade de imprensa' - Que chega a imunidade, impunidade, irresponsabilidade, etc - tem servido de fundamento a um quinto ou sexto ou mesmo sétimo poder (junto ao exército, ao capital e as seitas religiosas), cuja operação consiste em ameaçar e chantagear os demais poderes - Seitas, partidos políticos, empresas, etc - com o objetivo de obter dinheiro ou fonte de renda fácil.

O método dessa máfia  i é da imprensa venal é bastante simples e consiste no lema: Pagam-nos ou publicamos i é denunciamos publicamente. Como não podem obrigar a imprensa a publicar todos os escanda-los que acontecem e nem podem provar que seus meios estão a par de tais e tais crimes, ela vive 'investigando' e realizado seleções de caráter censitário. Aqueles que pagam aos grandes meios de comunicação, compram-lhes o silêncio e são canonizados por eles... Quem não paga é denunciado.

Sim meus amigos, meus senhores, meus leitores... Nada mais parcial, canalha, venal e corrupto do que esta imprensa que manipula a corrução, que seleciona crimes e escândalos, que cobra taxas e prebendas... Ou acreditais que apenas as igrejas, partidos ou empresas são corruptos e a imprensa impoluta??? Melhor acreditar no Papai Noel ou no coelhinho da Páscoa. A imprensa canoniza e protege a quem quer e quanto mais uma instituição ganha mais protegida e imune fica como nossas seitas cobradoras de dízimos ou financiadas pela sociedade Norte Americana.

Os pastores aqui e pelo mundo afora vivem de comprar silêncio e de passar por 'santos'. Apesar do Jerry Falwell... do Edir, do Feliciano, do Valdomiro, do Hernandez, do Malafaia, do Campos, do Everaldo e de todos estes canalhas, charlatães, trapaceiros, vagabundos e inimigos da humanidade. É gente blindada... Sobra assim para a igreja romana pagar o pato, por causa da Inquisição do século XVI kkakakakakaka Enquanto os trouxas pensam na Inquisição do século XVI pessoas são mortas em rituais de exorcismos pentecostais ao lado de nossas casas aqui no Brasilzão de 2017...

E o islã? Qual o caso o islã? Por que tanta comoção da respeito dos Sírios? Por que toda essa conversa sobre refugiados? Por que esse esforço titânico para ocultar a morte do mutazilismo? Por que tanto empenho em deturpar a História e desvirtuar o conceito de Jihad? Por que toda essa maquinação no sentido de adulterar a realidade e apresentar o islã do Boko Haram, do EI, do Taliban etc como religião de paz e amor?

PETRODOLARES, querido leitor - Não seja ingênuo e recorde-se que a maior reserva de Petróleo do Planeta encontra-se justamente debaixo de Macca e Medina!

O grande aliado do Norte compra o Petróleo a peso de ouro e o dinheiro passa das mãos dos soberanos e xeques e parte dele aos bolsos da imprensa ou grande mídia ocidental, a qual fica contratada com o objetivo de limpar a barra do islã ou de canonizado aos olhos dos idiotas. O islamismo deve ser uma religião de paz e amor - apesar do Corão e da Sunah - porque somos pagos para dizer isto... Porque como meios de comunicação pagos obedecemos ao princípio segundo o qual 'O cliente sempre tem razão', assim ele solicita informações e nos oferecemos ou fabricamos. Enquanto um Igreja Copta é explodida pelos maravilhosos muçulmanos no Egito com o saldo de trinta inocentes mortos... Mas quem se importa eram Cristãos, ademais orientais ou ortodoxos? Ainda se fossem pastores enviados pelos EUA ou um cardeal papista... Mas cristãos coptas Ortodoxos, quem se importa? Viva a paz e o amor do islã?

E as menininhas raptadas e estupradas pelos membros do Boko Haram? E as mulheres Yazids sequestradas e estupradas e as menininhas castradas diariamente nas Síria, Sudão, etc E a santificação da pedofilia na Árabia maldita??? E o apedrejamento de adulteras até a morte? E a execução de homossexuais no Iraque? E o linchamento de 'blasfemadores' no Afeganistão??? Quem liga pra tudo isto? Quem divulga? Quem denuncia? Quem cobra? Ninguém... Porque o islã tem de ser apresentado como belo e inocentado... São os PETRODÓLARES...

Já ouviram algum meio de comunicação questionar sobre o porque daquele paraíso na terra chamado Península arábica não receber as multidões de refugiados Sírios. Já não digo os Cristãos que não suspiram pela Santa Sharia, mas ao menos os muçulmanos sunitas? Evidentemente que não... Belo e edificante e ve-los migrar em massa com seus ulemas e xeques com o Corão nas mãos para o solo europeu, tendo e vista a implantação da Santa sharia e a arabização daquelas sociedades. Agora ouse alguma destas sociedades resistir e tentar questionar a entrada de ulemás e xeques com o Corão nas mãos, o sonho da Sharia, bombas e rifles em seu território!!!!???!!!! Canalhas, miseráveis, insensíveis, onde está a hospitalidade ou o sentido de humanidade de vocês???? Bonito esse discurso pago pela elite política e religiosa das Arábias com propósito intencionalmente proselitista não???

Mulheres são assediadas, dissidentes religiosos ameaçados, homens e mulheres fuzilados, restaurantes e lojas explodidos pelos adeptos dessa religião, não de qualquer outra e no entanto, ela nada tem a ver com isto. Poderiam ser budistas, católicos, hinduistas, ateus, etc PODERIAM, PODERIAM, PODERIAM... Mas são sempre os seguidores de Maomé, aquele do converte ou morre e das batalhas de Badr e Uhud...

E todavia é assim, quem paga sempre tem razão. Assim a Arábia...

Aqui nada de nodo debaixo do sol ou do céu, nada...

A novidade ou anomalia, é que aqui - quanto a apreciação ingenua, oportunista ou forçada do islã - a imprensa vela, parceira do capitalismo, conta com a solidariedade e apoio decidido da maior parte da esquerda. Convertida em clã ou horda de islamófilos, já desonestos, já ingênuos, burros, idiotas ou muito mal informados a respeito da História e do caráter desta religião.

Aqui não se faz qualquer tentativa de exercer um olhar mais crítico e quem o fizer fica exposto a acusação - aos olhos deles fatal - de islamofobia. Isto quanto os energúmenos não ousam falar em xenofobia confundido o conceito de raça ou etnia com religião ou fé que é algo totalmente distinto. Isto pelo simples fato de etnia ser dada pela natureza e não poder ser alterada pela vontade, enquanto que a fé religiosa é livre. Podendo ser abraçada ou abandonada sem maiores problemas nas Sociedades democráticas...

Neste caso, suposto que nossos temores e de parte da população sejam verdadeiros, e que refugiados ou imigrantes árabes, sírios, afegãos, etc aspirem passar a Europa, que crueldade há em condicionar sua entrada ao abandono de uma fé indesejável? A qual sancionando e santificando a agressão, a violência e a intolerância atemorizam as sociedades livres do Ocidente. Há xenofobia e crime se houver rejeição absoluta a entrada de determinada etnia em determinada sociedade, inclusive se esta rejeição tiver fundamentos econômicos e não compactuamos com isto, classificando semelhante postura como falta de humanidade. Já a imposição de determinadas condições para a entrada de tais pessoas, como o abandono de uma fé teocrática e responsável (Em parte) pela destruição de sua própria terra natal, nada tem desumana ou de absurda.

Todos os setores das Sociedades em questão, inclusive os mais humildes e sem voz tem pleno direito de ser ouvidos a respeito dos tais refugiados e da questão islâmica, sendo para desejar inclusive que qualquer decisão tomada seja objeto de plebiscito ou referendo e não de imposição tirânica baixada por estruturas políticas corruptas mancomunadas - Quero dizer compradas mesmo - com os líderes políticos do islã ou manipuladas por empresários sem consciência com objetivos financeiros. É a segurança e a cultura de povos e nações inteiras que esta em jogo, os quais tem pleno direito de manter suas identidades, liberdades, instituições, tradições, etc Portanto tais decisões não podem partir das elites políticas e menos ainda das pregações postas em circulação pela imprensa, mas das bases, das massas, da população.

E parte destas populações, cônscia de sua própria memória - Portugal, Espanha, Grécia, Países do Leste, etc - não querem receber os muçulmanos em seus territórios por já terem experimentado a djzia, a murtad, a sharia e terem sido ferozmente oprimidas pelos conquistadores islâmicos. Basta dizer que por séculos a fio as famílias gregas tiveram de oferecer seus filhos homens ao estado turco para que fossem educados na fé muçulmana e se tornassem janízaros após terem sido criminosamente raptados, sempre com o apoio unânime das autoridades religiosas... Comum é falar sobre os órfãos castrados pelo papa de roma (Castrati) mas quem é que fala dos meninos gregos raptados pelo conquistador muçulmano durante mais de cinco séculos???

Vira e mexe a imprensa toca no assunto do assassinato ou extermínio dos judeus por Hitler e seus nazistas; o que por sinal merece ser divulgado como ação torpe e execrável sem que no entanto se oculte, esconda, minimize ou despreze o extermínio de milhões de gregos do Ponto, assírios, siríacos e armênios pelos idos de 1914. E isto pelo simples fato deste extermínio ter sido inspirado senão promovido pelo islã e santificado pelos clérigos turcos. Que este extermínio de Cristãos pelo islã comparado com todas as inquisições Cristãs juntas, inclusive a protestante? Quase nada! A desproporção é colossal. E mesmo assim o islã passa por inocente, a ponto da imprensa venal e canalha descreve-lo como uma religião de paz e amor!

O finado Charles Foulcaut que o diga e o falecido embaixador russo na Turquia!

Até posso desculpar a esquerda inepta por ignorar tantos e tantos fatos históricos assaz conhecidos.

O que não se pode desculpar é não ter lido a já clássica obra de Reilly "O fechamento da mente islâmica." ou ainda "O fim da fé" de San Harris. A ponto de imaginar que o islã atual - sunita, acharita, hambalita, wahabita, salafita e jihadista - seja composto em sua maior parte por mutazilitas progressistas... Acordem seus idiotas, o mutazilismo foi exterminado pela inquisição acharita há quase mil anos!

Qual o resultado de toda esta ignorância religiosa acumulada?

O resultado de tudo isto é uma sociedade que se sentindo-se ameaçada pelo islã julga ter sido abandonada, traída e desamparada por uma esquerda insensível e arrogante.

Pior, parte desta Sociedade, tendo suas faculdades canceladas pelo temor e pela angústia, mostra-se prestes a cair nos braços de demagogos como Trump (O mentiroso canalha) e Le Pen. 
Tudo porque a esquerda idiota se recusa a oferecer-lhe uma solução concreta, simplesmente a ouvi-la ou a dialogar com ela. Refugindo-se no mantra da islamofobia...

Como censurar o povo por, em tais contingências, acolher a tais demagogos como salvadores.

Mas é esta esquerda tola, insensível e arrogante, que ignorando o significado cultural e o perigo representado pela introdução do islamismo na Europa, que converte tais candidatos e políticos em falsos salvadores.

Ficando o povo, sempre povo e sempre oprimido, a ver navios e sem salvação alguma.

Não, eu não condeno os franceses que votaram na sra Le Pen e me recuso obstinadamente a condena-los. Temos de por o dedo no fundo da ferida, fazer 'me culpa' e no mínimo rediscutir seriamente a questão da presença islâmica nas sociedades europeias. É clamor que parte do povo e que por isso mesmo deve ser levado em consideração.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Programa de restauração das fontes da cultura II

A proposta islâmica da Umma


Agora não é por ódio a civilização Yankee e a idolatria do Capital que abraçaremos algo quiçá ainda mais execrável e odioso quanto a proposta islâmica, a qual pode ser definida como uma arabização em termos universais.

Lá é Washington que se converte em capital, centro e polo e um império mundial; aqui é Meca... E continuamos equidistantes de Jerusalém e Atenas, Roma e Alexandria... E talvez ainda mais distantes porque o islamismo, mais do que o calvinismo, faz-se legatário e herdeiro dos mesmos delírios judaicos anti pagãos, iconoclásticos e transcendentes.

Certamente que os muçulmanos são hábeis em citar os crimes dos EUA como o extermínio dos peles vermelhas e a KKK. Nós não pertencemos a esse ocidente traidor e traído e não compactuamos com os crimes desta SIFILIZAÇÃO protestante/capitalista... Sejamos justos no entanto e perguntemos aos maravilhosos sunitas, wahabitas, hambalitas, salafitas sobre quem EXTERMINOU mais de UM MILHÃO DE ARMÊNIOS, meio milhão de GREGOS propontídeos, e mais meio milhão de ASSÍRIOS, todos cristãos Ortodoxos, em 1914??? Também podemos conversar sobre a escravidão ainda vigente em diversas sociedades islâmicas e divinamente imposta em nome do abençoado Corão.... ou sobre a castração de mulheres e meninas... E QUESTIONAR SE TUDO ISTO É MESMO MUITO BONITO E BELO!

É roto falando do mal vestido, assim o islamismo falando sobre os crimes do Cristianismo, em especial do C protestante ou N americano... E com o trave nos olhos vão soprando o cisco do olho alheio...

Mas as Cruzadas! MAS A JIHAD iniciada pelo califa Omar em 643??? E jamais contida até as batalhas de Poitiers e Tallas, as quais salvaram a Europa Ocidental e a China da arabização...

Quem é que atacou primeiro em Mutta, Kadissya, etc, etc, etc Quem iniciou a guerra, a expansão, a conquista, a rapina, o ataque, a agressão, a pirataria, o morticínio, a conversão forçada, etc EM NOME DE DEUS E saiu berrando aos quatro ventos com o alfange em mãos: CONVERTE OU MORRE??? O cristianismo???

Cruzadas foram uma reação e reação necessária, guerra defensiva e portanto justa face as aspirações imperialistas e universalizantes do islã com seu ideal de Umma.

E não fossem elas, mais Poities e Lepanto, TODAS SEM EXCEÇÃO laboradas com sacrifício e esforço pela igreja romana e não pelo protestantismo hipócrita, NEM O TIO LUTERO teria surgido ou o tio Calvino pois todos estaríamos falando árabe e recitando a shahada com o rosto voltado para a Kibla de Meca e nossas mulheres cobertas com burkas e shadores! Se somos filhos da liberdade e damos continuidade a nossa herança grega e combatemos os preconceitos estúpidos e tolos de judaismo antigo e vindicamos os direitos das mulheres, das crianças, dos homossexuais, dos trabalhadores, dos animais, etc é porque lá nas cruzadas e nas guerras de defesa, nossos ancestrais souberam resistir heroicamente combater, e morrer, e tombar por nós para que não tombássemos como um todo face a sharia e não fossemos arabizados.

E não me venhas tu falar no islã liberal da mutazzila, conquistado em parte pela cultura greco romana e 'obscurecido', 'desfigurado', e 'poluído' porque esse 'islã' impuro ou compósito e desarabizado foi prostrado de morte pelos imames Achari e Gazalli, sucedendo a rígida ortodoxia sunita triunfante com seu ideal de fidelidade irrestrita ao Corão e portanto de irracionalismo e fideísmo crasso.

Nada mais sintomático do que vocês discursarem sobre a existência de 'alguns' muçulmanos liberais e emancipados no OCIDENTE, em Paris, N York, Londres, etc Devo perguntar-lhes sobre o porque de não estarem, espalhando o liberalismo em seus países de origem estre os irmãos? Por que raios não estão a instruir seus pares em Islamabad, Riad, Kandahar, Cairo, etc???  Preciso responder que seriam tratados como heréticos, apóstatas, pecadores, etc e submetidos a murtad???

Lamento por tantos quantos alimentam-se de ódio e rancor mas tudo quanto o islã tem a oferecer ao Ocidente, no lugar dos EUA, é a sharia e não vejo como e porque a sharia seria superior ou melhor, ou menos cruel e danosa do que o capitalismo enterrando as mulheres 'adulteras' ou simplesmente acusadas de adultério até o umbigo e lapidando-as sem misericórdia.

Por ângulo algum vejo que a proposta do islã seja melhor ou superior que a dos fundamentalismo bíblicos. É tudo a mesma treva pestilenciosa.

O islã sunita ortodoxo e salafita será o fim da cultura, do pensamento científico, da racionalidade, da liberdade, da democracia, dos direitos humanos e a cristalização de todos os preconceitos a que combatemos. Será o fim de nossa herança greco romana e a morte do humanismo.

Continua

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Umma: Um projeto em construção e a vulnerabilidade das Sociedades Ocidentais

Se você considera isto comum ou normal recomendo que procure sem demora por um analista!


Sobre a democracia no mundo islâmico escrevemos já há algum tempo:

""A política externa dos EUA sempre foi problemática e turbulenta.

Eles acreditam ou afetam crer ser possível introduzir a forma democrática nos países islâmicos, em que pese o espírito anti democrático do islã.

Precisam contar com governos frágeis e subservientes, como o nosso por exemplo (PMDB/PSDB) para poder roubar petróleo e pilhar os recursos naturais.

Democracias puramente formais e recentes constituídas por políticos demagogos são um prato cheio para eles. Governos fortes e ditatoriais de vária inspiração impedem-nos de pilhar.

Penso que os EUA jamais levaram a sério o espírito democrático (como na Grécia antiga ou na França revolucionária 1789) ou od direitos humanos; eles apenas usam tudo isto como justificativa para depor governos fortes e enfraquecer as nações que aspiram explorar economicamente.

Para mim que creio piamente nas instituições democráticas ou policráticas é uma tragédia assistir a essa profanação...

Pior de tudo é que no Oriente as coisas não funcionam assim uma vez que são os governos ditatoriais militares e civis que contém as pretensões e o poder dos líderes religiosos radicais e das massas manipuladas por eles.

No Oriente médio a degeneração das democracias em teocracias é clássica pois as massas são dominadas pelos xeques e ulemás. 

Enquanto o islã manter domínio sobre as massas e suas pretensões teocráticas no sentido de impôr a sharia, as ditaduras e regimes totalitários serão um mal menor por lá. Isto porque regime algum ser mais despótico do que a teocracia, seja judaica, cristã ou islâmica.

A boa prudência deveria levar os EUA a absterem-se de interferir numa situação tão complexa, a cada intervenção externa o problema se agrava. Foi esse estado de coisas que criou um nicho político de que surgiu primeiro o TALIBAN e agora o ISIS, os quais precisam ser destruídos e aniquilados. 

Fortalecer os grupos terroristas (derrubando o ditador Assad por exemplo como quer a Hilaria Clinton) implica piorar ainda mais as coisas. os EUA conjuraram o monstro do califado, a Rússia esta tentando fazer alguma coisa. Penso que os EUA deveriam por a arrogância de lado e apoiar a Rússia contra o ISIS (e deixar o Assad em paz) ou abster-se de interferir.

Cada vez que os EUA atuam naquela região equivale a mexer em merda e as coisas acabam fedendo ainda mais; afinal como Ocidentais estúpidos eles só teem os olhos voltados para o econômico. No entanto o conteúdo dominante nas Sociedades orientais ainda é o elemento religioso e no caso o islã com a doutrina da jihad e da santificação da violência."


Qual o 'pôrque' disto?

No contesto de um formalismo democrático imaginamos que basta interferir militar ou belicosamente na dinâmica de uma Sociedade qualquer para por exemplo torna-la democrática.

É o pensamento ou a atitude dos EUA e faz lembrar o misticismo revolucionário dos anarquistas e comunistas com suas sedições miraculosas de que brotarão novos modelos sociais.

Mas não brotam. Nem as Revoluções de improviso nem as invasões intervencionistas produzem um espírito democrático ou socialista.

O espírito á alimentado pela dinâmica da cultura como salientaram Bouglé, Deat, Dawson, Mauss, Sombart, Merejé, Weber, e outros estudiosos. Mormente pela religião (Dawson e Toynbee) ou pelo sentido da ética.

A Grécia possui um genuíno espírito democrático ou policrático que podemos definir como 'amor a liberdade' e um amor que leva o cidadão a viver dela e a morrer por ela. A França de 89 talvez tenha feio ressurgir tal espírito por algum tempo... No entanto de modo geral nossas democracias meramente formais, i é fundamentadas em leis, decretos, poder externo de coerção, etc, via de regra não possuem tal espírito de modo que a liberdade e os direitos pouco ou nada significam para a maior parte dos cidadãos. Por isso que toleramos facilmente qualquer golpe de direta ou de esquerda e que nossas sociedades revertem a modelos totalitários como o fascismo, o nazismo ou o comunismo, padrões que no momento presente fazem já suas safras...

Nossa democracia materialista é meramente estrutural. Coisa de fachada ou de aparência como um choça de palha ou madeira... vem um tufão e arrebenta com tudo.

Ora uma das características do espírito democrático é justamente separar a política da religião ou o Estado da fé remetendo esta ao universo das coisas privadas ou pessoais e tudo quando seja público a esfera daquela. Implica que o poder do estado, grupo social ou sociedade não mais se estende a esfera das coisas privadas, e que a religião, seja ela qualquer, não possa mais valer-se do gládio ou poder secular com o objetivo de violar as consciências obrigando os cidadãos a crerem de determinada maneira. O estado torna-se laico e a crença torna-se livre. Desde então os diversos credos concorrentes devem recorrer exclusivamente a meios pacíficos ou a persuasão, jamais a ameaças de caráter físico.

Após o surgimento da reforma protestante, a fragmentação da Cristandade Ocidental num amontoado de seitas teve de encaminhar os diversos grupos sociais para esta solução. Foi o caso dos EUA em 1776, as diversas seitas protestantes que aspiravam pelo poder estavam já esgotadas de tanto lutar por ele ao cabo de século e meio, pelo que foi conveniente a todas e a cada uma delas abdicar do controle sobre o Estado e da coerção doutrinal afirmando uma Sociedade laica. O principal problema aqui é que isto não foi feito por amor ou de boa vontade, mas por mero cálculo político ou necessidade externa.

Os cidadãos do Belt Bible por exemplo jamais aceitaram o laicismo, tendo-o em conta de ateísmo. Outros aceitaram-no por falta de qualquer outra opção possível porém jamais interiorizaram o princípio do laicismo. Seja como for ao cabo de mais de dois século o laicismo ou o espírito laicista conseguiu criar um nicho cultural nos EUA.

E a própria passagem do Evangelho: "Daí a Deus o que é de Deus e de César o que é de César.", a qual reputo por genial e revolucionária, não deve ter concorrido pouco para isto.

Lamentavelmente não damos com qualquer tipo de expressão análoga na Tanak ou Torá, onde estado e religião misturam-se e formam uma Unidade, e menos ainda no Corão.

Para a consciência semítica e seu modelo social rudimentar e primitivo tal distinção, corrente nas entrelinhas do pensamento grego e formalmente presente no Evangelho Cristão, jamais se colocou ou foi levada a sério. Pelo que parte dos fundamentalistas protestantes - cujo olhar esta mais voltado para o antigo testamento do que para o Evangelho - e a totalidade dos muçulmanos piedosos continuam a encarar semelhante estado de coisas como anti natural, provisório e ateístico.

Tanto no Bel Bible como no Oriente médio multidões de cristãos bíblico judaizantes e de militantes islâmicos continuam sonhando com a implantação ou manutenção de um Estado que sirva de instrumento a propósitos de natureza religiosa ou credal, no sentido de manter a uniformidade religiosa por meio da força e oprimir as minorias dissidentes.

O problema esta relacionado com as fontes religiosas que alimentam a cultura e não percebo qualquer solução possível além da superação daquele modelo religioso ultrapassado e primitivo.

Problema é que enquanto isto não acontece e tais credos vão conquistando mais e mais adeptos entre nós seja na Europa, nos EUA ou no Brasil a situação da democracia e do laicismo, e da tolerância vai se tornando mais precária. Isto num cenário que como vimos já carece de autêntico espírito democrático e em que as instituições democráticas repousam todas sobre as bases frágeis de um formalismo legalista.

Diante disto lhes pergunto: Por que nossas democracias não sabem lidar habilmente com o problema dos fundamentalismos religiosos???

Primeiramente porque nossas democracias foram em grande parte implantadas por homens irreligiosos e por eles mantidas. Ora o grande defeito do homem irreligioso é ser levado a acreditar que a religião não produz cultura ou que não influência poderosamente as pessoas. Lamentavelmente a incredulidade tem levado muitos teóricos a minimizar o poder a força do elemento religioso, cujo caráter folgam ignorar supinamente.

No entanto da mesma maneira como ausência de útero não leva o ginecologista do sexo masculino a negar o papel deste órgão no que concerne a reprodução e gestação humanas, a ausência de fé não nos deve levar a crer que a religiosidade seja menos hábil do que a produção econômica para produzir, afirmar e transformar a cultura.

E o Oriente ainda não plenamente conquistado pelo capitalismo é prova disto.

O ódio e a descrença não nos devem cegar ou iludir quanto o papel das crenças religiosas no plano social.

Durante os dois séculos de materialismo e positivismo a maior parte dos sociólogos e cientistas políticos foi indiferente a este fator, acreditando que a humanidade evoluiria linearmente e jamais tornaria ao padrão ultrapassado da dominação religiosa ou da teocracia. Uma ascensão do islamismo ou uma intifada pentecostal jamais foi considerada ou levada a sério por aqueles eruditos de gabinete que folgavam a firmar: A Sociedade (ou a História) não volta atrás...

No entanto o que temos diante de nós do Oriente ao Ocidente é exatamente isto: uma ascensão teocrática!

Não estávamos preparados para ela.

O que nos leva ao segundo fator:

O quadro social em que afirmou-se a maior parte de nossas democracias (1800 - 1950) foi um quadro de deterioração e declínio da religiosidade dominante. No caso do Cristianismo, inclusive do Católico (padrão mais resistente) provocado, como já apontamos pela variedade dos discursos religiosos, o sectarismo e a confusão doutrinal. No decorrer do século XIX, a exceção de alguns cantões papistas, ninguém mais levava a sério o Cristianismo ou acreditava em sua recuperação. Era um Estado provisório a ser superado e substituído pelo espírito científico segundo a mística positivista prevalecente.

Mesmo o romanismo, após o pontificado conservador e obscurantista de Pio IX e a fatídica proclamação da Infalibilidade papal, tornou-se bastante débil. E Unamuno por escrever um Ensaio sobre a "Agonia del Cristianismo".

Importa considerar ainda a decepção das Sociedades 'católicas' após o Vaticano II tendo em vista a supressão do aparato litúrgico e das tradições multiseculares. Foi uma pá de cal nas sociedades romanistas que ainda resistiam e que após os anos 60 entraram em colapso, tanto na Europa quanto nas Americas, este colapso produziu uma gigantesca crise de consciência e cultura porque ainda hoje passamos e da qual tiram amplo proveito os modelos fundamentalistas sejam protestantes ou islâmicos.

Diante deste quadro negativo para a religião tradicional é fácil compreender porque os reformadores e legisladores democráticos nada temeram em absoluto por parte da religião.

Catolicismos e protestantismos aceitaram tacitamente a nova ordem das coisas e não houve qualquer tentativa séria de sedição ou mesmo de retomada séria do modelo anterior no sentido de constranger as consciências ou de uniformizar a sociedade em termos religiosos. O Cristianismo teve de conceder espaço ou fórum de cidade aos incrédulos e estes embriagados pelo triunfo nada mais temeram da parte da religião.

Marx por exemplo, segundo seu modelo evolucionista, linear e etapista, opinou que os comunistas não deviam ocupar-se da questão religiosa ou laicista e que cabia ao modelo burguês apenas ocupar-se disto e impor esta nova ordem de coisas. E ele acreditava que a burguesia ou que o sistema capitalista, bem como a educação científica bastariam para debilitar e quiçá para aniquilar por completo os sentidos religiosos, quanto mais as aspirações teocráticas. Para Marx e seus seguidores o quadro da luta entre capitalismo e comunismo estava muito claro e bem definido e se alguém lhe disse-se que a teocracia, qual Fênix do mal, ressurgiria das cinzas ou que o islã e o pentecostalismo viriam apresentar séria ameaça a Sociedade século e meio depois, o teórico alemão certamente daria uma boa gargalhada.

Não foi para menos que os teóricos economicistas ou marxistas - inclusive M Dobs - riram pra valer primeiro do velho Fustel de Coulanges, depois de Weber e enfim de Ch Dawson classificando-os evidentemente como idealistas românticos. No entanto eram realistas e o processo de conquista espiritual da Europa e de construção da Umma pelo islã evidencia-o cabalmente.

Iludidos estavam aqueles que acreditavam num futuro linear e sem crises.

Bem qual na Antigo Roma, hoje temos os Gôdos ou Vândalos as portas, prestes a escalar o Capitólio.

Por isso penso que a exemplo de Angola, da Suíça (que proibiu a construção de minaretes), da França ( que produziu o uso do Icab), etc seja já tempo de fazermos algo. Afinal não basta fechar a porta após a casa estar tomada ou invadida.

Neste sentido parte da direita - em que pesem seus vícios, defeitos e crimes - antecipou-se a esquerda 'romântica' (ao menos a propósito do islamismo e dos pentecostais), mostrou-se sensível e buscou ou busca trazer alguma resposta as populações angustiadas do Ocidente.

Neste sentido o vilão do Trump deu uma boa rasteira na mulher Clinton totalmente inábil no sentido de solucionar a questão Síria e disposta a fortalecer ainda mais a hidra do Califado!

Hilary como democrata formal e péssima conhecedora da realidade religiosa mostrou-se de todo inepta e inapta para lidar com o problema do fundamentalismo islâmico, e esta pode ser a chave para compreendermos sua derrota. O mundo EUA, Rússia, Europa, Brasil, etc está diante de um inimigo comum e formidável que é o fanatismo produzido entre os muçulmanos piedosas pelo ideal da Umma. É necessário por todas as diferenças de lado e inclusive esquecer ou ignorar as mazelas do sistema pelo simples fato de estarmos diante de algo muito pior: A jihad, ou seja, a justificação do assassinato ou do extermínio em nome de Deus!

Os Yazids que o digam...

Nossa democracia encarando igualitariamente todas as religiões não esta preparada para lidar com a especificidade do problema islâmico e para tomar as necessária medidas tendo em vista sua contenção. Pois sofre achaques de escrúpulos formalistas em termos de democracia e seus teóricos imbecis pensam que as religiões pacíficas e conciliadas com o espírito democrático e as religiões teocráticas e agressivas devam ser sempre tratadas da mesma maneira, sem que seja possível fazer qualquer exceção.

Assim se o budismo, o Cristianismo, o judaismo, o zoroastrismo, o hinduismo, etc possuem direitos ou prerrogativas irrestritas e inalienáveis nossos formalistas toscos que nada compreendem sobre sociologia ou religião, consideram que o islã faça jus as mesmas prerrogativas e ponto. Acontece querido leitor que Judaismo, Cristianismo, Budismo, Hinduismo, Espiritismo, Wicanismo, etc não possuem instituições como a jihad, a djzia, a murtad... cujo objetivo é abençoar a violência e consolidar a opressão.

Religião alguma, de modo geral, expressa pretensões de controlar o corpo social por meio do poder político. O islã não esconde este ideal anti laicista e portanto anti democrático de associar religião e política e de fazer do Estado um braço secular da Umma ou uma repartição da mesquita.

Serei terminante: Não é possível haver democracia sem igualdade. Não é possível haver democracia num sociedade em que hajam cidadãos ou pessoas de segunda classe. Ora no islã, os dissidentes são cidadãos ou melhor pessoas de segunda classe e tem seus direitos políticos restringidos. Dizem seus líderes que os Dimi são protegidos pelo islã. Mas protegidos do que? Protegidos da fúria dos muçulmanos fanáticos na medida em que admitem e aceitam seu status de inferioridade...

Cidadãos não querem ser protegidos mas participar da administração da cidade em pé de igualdade. Querem viver numa cidade comum que não seja determinada ou regulada por preconceitos religiosos.

Para arrematar cumpre tornar ao inicio deste artigo (vide artigo I) e determinar com maior precisão qual seja o ideal da Umma.

Afinal as mesmas pessoas que apreciam gritar contra o Fascismo (os comunistas) ou contra o comunismo (os capitalistas) - Pelo fato de que tais sistemas, sendo totalitários, buscam uniformizar os elementos da Sociedade - adoram afagar o islã ou até mesmo elogia-lo!

E no entanto que pretende este islã senão criar um sistema de vida total, totalitário e totalizante nos mínimos detalhes até fazer a Genebra de Calvino ou um campo de concentração nazista parecer uma casa de bonecas.

Afinal o ideal da Umma outro não é do que unificar a Sociedade ou melhor o Universo por meio da vontade de alá expressa pela sharia.

Uma sharia que determinará os costumes sexuais, os hábitos alimentares, o padrão de vestuário, etc de todos os seres humanos!!! Sem que haja que ouse amar pessoas do mesmo sexo, comer toicinho, beber vinho, usar camiseta de magas curtas, etc, etc ,etc TUDO SEGUNDO O PADRÃO CULTURAL ÁRABE DO SÉCULO VII canonizado pelo profeta Maomé. Este é o ideal ou propósito islâmico para a humanidade com seu ideal de Umma e para concretiza-lo lá esta a jihad.

Resta perguntar, face ao ideal muçulmano, que será feito da diversidade ou o que alá pensa sobre a diversidade cultural ou os costumes dos não árabes???

Qual a diferença entre este ideal de estandartização humana e os ideais doentios do fascismo ou do bolchevismo com seus padrões de comportamento uniformes? Em que os islã e sua proposta ficam devendo algo a estes sistemas desumanos e anti humanos???


Importa saber uma coisa: Sem Cristianismo ou com Cristianismo, sem capitalismo ou com capitalismo, sem democracia formal ou com democracia formal temos de discutir o problema premente da expansão islâmica no Ocidente e criar mecanismo eficazes com o intuito de proteger nossa democracia estrutural e insipiente. E posto que não podemos produzir um espírito ou uma consciência democrática de improviso i é as carreiras, deveremos cogitar em soluções práticas.

O que não podemos é continuar compactuando com esta visão deturpada de um islã pacífico professado majoritariamente por cordeiros inofensivos. Pois esses cordeirinhos pacificos bem podem converter-se repentinamente em lobos ou leões e devorar-nos vivos com a civilização que criamos.

Arremato este ensaio com uma perguntinha dirigida a nossos comunistas e anarquistas: Será que nosso ideal de igualdade e justiça ou nosso ideal de liberdade poderão se implantados numa realidade social governada pela sharia???

Fica esta pergunta que sempre costumo fazer e que até o momento presente ainda não foi respondida. 




A democracia falhou, tornemos a sharia
Você ataca o islamismo quando ataca a sharia

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Umma: Um projeto em construção e a vulnerabilidade das Sociedades Ocidentais





Umma em árabe vem de Umm ou mãe e significa algo parecido com sociedade, congregação ou como dizemos igreja.

Podemos definir a Umma como a Sociedade de todos os muçulmanos piedosos que observam a sharia i é a lei islâmica que representa a vontade do próprio alá.

Parafraseando o Evangelho a Umma começou como uma semente: Cadja, Ali, Oma... Os cerca de oitenta que fugiram para a Etiópia, a cidade de Iatreb que hoje chamam Madinat al Nabi, Macca, a Península arábica, o Norte da África, a Síria, a Pérsia, a Península Ibérica, Sogdiana, Aracosia, Bactriana...

Cerca de 730 a 740 a Umma encontrou seus termos definitivos: A África negra (então impenetrável) ao Sul, Toullon ao Norte, o Atlântico a Oeste e os grande impérios da Índia e da China a Leste. Tal o mundo e tais os impérios que limitavam a Umma: Europa, Bizâncio/Rússia, Índia e China, para não falarmos nos reinos negros.

Eram quatro espaços impenetráveis para o islã.

Mas não era ainda o mundo.

Pois faltavam a quarta e a quinta parte ou seja América e Oceania.

E suas expressões políticas: EUA, Brasil e Austrália.

Tais centros políticos constituíram barreiras fechadas para o islã ao menos até 1776 quando os EUA adotaram o modelo laicista de separação entre a religião e o estado. Teoricamente abriu-se um primeiro nicho para a expansão islâmica e a retomada daquele ideal de construção da Umma. No entanto entre EUA e Oriente médio havia uma distância imensa, um mar Oceano, leis de imigração, antinomias culturais, etc Ficando esta penetração do islã nos EUA impraticável.

Assim a penetração do islã no Brasil. Pais que adotou a separação entre igreja e estado em 1891. Assim para os países Católicos do Sul da Europa como Portugal, Espanha, Itália, Grécia, etc cuja assimilação do modelo laicista é bastante recente...

A URSS até 1989 era comunista...

A China pragmática e tradicionalista como é a um tempo controla a expansão do islamismo em sei território e a outro, pura e simplesmente, mostra-se irredutível a ele por uma questão de cultura. Assim a Índia, cuja rivalidade face a República islâmica do Paquistão é bastante conhecida. Japão e Coréia também constituem outras províncias culturais ou outros mundos.

Diante disto a partir da exploração e colonização da África negra pelas potências europeias do século XIX e a consequente fragilização e dissolução dos reinos negros, encontrou o islã um novo nicho ou espaço porque espraiar-se: Foi tirando vantagem das exações cometidas pelo Europeu 'civilizado', destilando ódio e inserindo-se cada vez mais na África negra dando origem a um processo de expansão a que ainda hoje assistimos.

Acontece que o Cristianismo, em especial o Catolicismo inserindo-se a partir da costa do Atlântico alastrou-se em direção do Leste enquanto que a resistência dos cultos ancestrais também foi estimulada. Cerca dos anos 80 e 90 o Cristianismo vindo do Oeste e os cultos gentílicos radicados no centro do continente negro atalharam a a expansão islâmica, sobrevindo os choques cada vez mais comuns que hora testemunhamos. E como já não pode o islã avançar por bem ou pacificamente em meio a populações católicas ou pagãs e tampouco tolerar a presença resistência delas passamos a assistir um número cada vez maior de conflitos em sua maior parte provocados pelos muçulmanos fanáticos. Os quais folgam de atacar (jihad) em especial as populações pagãs e pacíficas em nome de sua sharia.

Por outro lado a resistência tem sido cada vez mais consciente e organizada. Nem são os povos primitivos e as culturas ancestrais tão covardes como o homem 'civilizado' do Ocidente. Disto resulta que a tarefa do islã não tem sido nada fácil e que não esta prestes a unificar espiritualmente a África como seus líderes acreditavam estar perto de acontecer há cerca de meio século.

Além disto o islã - que é uma fé por assim dizer 'Católica' (como o Cristianismo e o Budismo) ou universal, no sentido de que pretende persuadir e converter a todos os povos, nações e culturas da face da terra - tem encontrado dificuldade no sentido de despejar o conteúdo sempre excedente (devido a instituição da poligamia) das populações árabes no território da África equatorial ou tropical, inóspito para tais populações. Restando a necessidade de converter as populações negras que encontra na direção do Oeste, o que como já dissemos, constituem um desafio.

Atualmente, face aos ideais expansionistas da Umma, temos os seguintes blocos:

  • EUA e Norte América
  • Brasil e América do Sul

    Estes dois blocos estão socialmente desguarnecidos, contam no entanto com a barreira natural do Mar Oceano.
  • África Ocidental (onde empenha uma de suas frentes de combate e recorre amiude a Jihad)
  • Europa 
  • Rússia e´
  • Índia
         Todos estes blocos estão em conexão territorial com as Sociedades islâmicas do que resulta uma vul-
         nerabilidade territorial.

  • China. A China esta até certo ponto protegida pela barreira natural das montanhas e dos desertos.
  • Austrália. A qual também é uma Ilha ou continente isolado.


    Dos Blocos em conexão territorial com o Islã Rússia e Índia constituem culturas dificilmente permeáveis e em estado de tensão face as pretensões islâmicas ou a construção da Umma.


    De tudo quanto registramos acima salta a vista que nas atuais circunstâncias apenas um dos blocos elencados acha-se totalmente desguarnecido e plenamente vulnerável a expansão islâmica: A Europa.

    O islã tem plena consciência disto e seus olhos postos sobre o continente de Homero, Sócrates, Platão, Aristóteles, Cícero, Virgilio, Ambrósio, Hilário, Aquino, Dante, Da Vinci, Galileu, Shakespeare, Camões, La Fontaine, Moliere, Bethoveen, Marx, Darwin, Freud, Jung, Weber... e tantos outros espíritos fontes que plasmaram a civilização e a cultura ocidentais.

    Como há meio milênio o califado tinha seus olhos postos em Constantinopla, cuidado jogar com a cultura e fragilizar a consciência ocidental, hoje os olhos do islã pairam ávidos sobre Atenas, Roma, Paris, Sevilha, Lisboa, Londres... metrópoles porque cuidam seus xeques a fé coorânica avançará em cortejo triunfal.

    Totalmente corrompidos e entorpecidos pelo veneno relativista economicista ou pelo veneno subjetivista comunistas e anarquistas folgam depreciar a cultura ancestral, a qual para eles não tem o mínimo valor... produzida por gregos e romanos é primitiva e tosca; pelos medievos é Católica e sumamente odiosa, pelos renascentistas e iluministas é burguesa e cruel. Enfim nada se salva...

    A perspectiva do islã é mais realista. Odeiam um cultura que sabem ser forte em escala mundial e caso venham a suplanta-la em seu próprio terreno, arabizando a Europa - e convertendo teatros, catedrais, museus, galerias de arte e centros de pesquisa em mesquitas - não deixarão de explorar a vitória obtida e de alegar que nossos pensadores, cientistas, artistas, sábios e santos foram derrotados em 'casa'... evidência de que o espírito do islã é mais forte e o mais forte do universo.

    Não é por questão de espaço ou mesmo de número que a Europa precisa ser conservada e mantida em termos de democracia, laicismo, tolerância, direitos humanos, justiça social, etc

    Não é mesmo pelos Museus, bibliotecas e galerias de arte.

    E menos ainda por considerações de ordem financeira.

    A Europa deve ser considerada irreligiosa, Católica, pagã, seja o que for mais livre do islã e imune a seu espírito obtuso por uma questão de sentido.

    Não podemos perder este nicho cultural porque é estratégico. O lugar de Homero e Einstein é de suma importância para a cultura, pois é matriz de uma cultura universal de que procedem valores como: A policracia, a liberdade ou a democracia, a pessoa, a justiça social, o bem comum, a racionalidade, o empirismo, a evolução das espécies, a arqueologia, o estudo e compreensão da cultura, a evolução das espécies, o estado de bem estar, a aceitação do corpo, a ruptura com os preconceitos, etc, etc, etc Enfim é tanta mais tanta coisa em jogo...

    O próprio comunismo e anarquismo não surgiram nem poderiam ter surgido noutros contextos como no califado abássida... ou na corte de Maomé IV.

    Diante disto precisamos saber porque nossas democracias, dos EUA, Brasil, Austrália, Europa, estão desguarnecidas (face a intifada islâmica e construção da Umma enquanto ideal salafita por excelência) e nossa civilização - certamente problemática mas em todo cado a menos ruim - esta em grave perigo...

    E saber antes e acima de tudo que precisamos fechar a porta do Ocidente ao islã tratando-o não como que ser tratado, arrogantemente, como especial ou superior, mas exatamente como encara e trata a nossas sociedades Ocidentais e nos mesmos termos da mais absoluta igualdade!

    Segue! 

Qual será o segredo de Donald Trump???





No exato momento em que escrevemos estas linhas não poucas das pessoas que vivem ao redor deste pequeno globo devem estar se perguntando como e por que o candidato republicano a presidência dos EUA, Donald Trump ganhou uma eleição em que parte significativa do eleitorado progressista empenhou-se a favor de 'Hilaria' Clinton e para cuja vitória ela era a mais cotada...

Todos esperavam que a esposa do ex presidente Clinton fosse eleita, não sem certa dificuldade, mas eleita; o que de modo algum aconteceu gerando revolta e frustração por todo planeta especialmente entre os mais comprometidos com o humanismo, a justiça social, a ecologia, a paz, etc

Sabemos no entanto que a sra Clinton, chame-mo-la assim, esforçou-se bastante para perder ou como costumamos dizer em 'Terra brasilis' deu tiro no pé.

Via de regra mostrou-se tão inábil para compreender os temores e anseios das massas quanto nossos socialistas tupiniquins ou os comunóides e anarcóides europeus.

Ao menos na Europa e nos EUA uma multidão imensa de pessoas aguarda por respostas concretas no que diz respeito do problema do islã. Sim, pois milhões de pessoas não são capazes de encarar como algo absolutamente comum a possibilidade de serem explodidas ou fuziladas na esquina de casa porque fizeram algum comentário mais livre a respeito de Maomé ou do Alcorão ou ainda porque usam roupas demasiado 'curtas', comem carne de porco, bebem álcool...

Crianças temem ser surradas impiedosamente por seus pais...

Homossexuais receiam ser sumariamente enforcados...

Mulheres temem ser castradas ou estupradas...

Dissidentes religiosos tremem de pavor ante a perspectiva de serem decapitados...

E toda Civilização Ocidental mais ou menos livre receia ser suplantada não pela fé mas pela lei de Alá ou sharia, que é uma lei de preconceito, machista, adultista, homofóbica, escravista, belicosa, intolerante...

E no entanto os 'respeitáveis' clérigos muçulmanos passam aos milhares ao Ocidente no afã de intensificar o proselitismo religioso, arabizar todos os continentes e implantar a universalidade da Umma. Compreenda-se universalidade da Umma como a conquista do mundo não pela fé mas pela vontade e lei de alá, i é, a inquestionável e toda poderosa sharia...

Aspecto curioso do islã é que ele exige a aceitação de seu padrão, de seus emblemas e de seus costumes pelo Ocidente - chegando mesmo a ponto de censurar arrogantemente nossas instituições e costumes - enquanto impede - por meio de ameaças - a introdução dos elementos da cultura ocidental em seu meio. Assim as mulheres muçulmanas lutam para que possam desfilar veladas por nossas ruas e praças enquanto as turistas ocidentais não podem ostentar suas pernas, braços, pescoços ou mesmo cabelos nos países 'islâmicos'. Da mesma forma proíbem qualquer tipo de proselitismo religioso em suas terras - punindo as conversões a outras religiões por meio da Murtad que é a pena de morte por 'apostasia' - enquanto revindicam para si e seus lideres o direito de fazer proselitismo entre nós...

Basta dizer que a simples reunião de judeus, budistas, cristãos ou hindus na Arábia, mesmo que num edifício 'civil' ou sem ornamentos e objetos de culto é rigorosamente proibida - quanto mais a construção de igrejas, sinagogas ou templos - na Península arábica, enquanto entre nós eles porfiam em edificar mesquitas ou salas de oração.

O islã é uma religião que dogmatiza em torno de seus privilégios enquanto que a civilização democrática sendo igualitária não pode suportar o privilégio!

Todavia nossa Civilização democrática franqueia todas estas liberdades aos fanáticos, aceita este estatuto de inferioridade ou desigualdade, curva-se face as exigências dos 'califas' e finge nada perceber. E por que?

Simples, porque se o islã é desacatado em suas pretensões arrogantes seu piedosos profitentes passam a agressão, a violência, a matança, etc com todas as bençãos do Corão e dos hadiths...

Tal o estatuto proposto pelo livro e não pode ser questionado. Se você questiona é irreverente e já sabemos o que aconteceu com aquele grupo de jornalistas franceses irreverentes há alguns anos...

Ao que parece tal condição tem sido recorrente na Europa e exasperado parte da população...

Afinal quem esta disposto a admitir a simples possibilidade de que seus filhos ou pais, ou cônjuges sejam explodidos no metrô por um grupo de psicopatas, neuróticos, dementes ou fanáticos religiosos com seu livro - seja a Torá ou o Corão - debaixo do braço???

Quem se sente seguro ou confortável sabendo que em sua vizinhança há pessoas que acreditam ser perfeitamente justificável agredir, torturar ou massacrar alguém porque diverge de si em termos religiosos???

Você aspira viver ao lado de pessoas cuja religião sanciona a agressão ou abençoa o assassinato por motivos credais?

De minha parte preferiria viver ao lado duma selva habitada por animais selvagens e ferozes, como leões, tigres, hienas, etc Seria certamente bem mais seguro do que viver ao lado de pessoas que estão dispostas a matar em nome de deus ou de um livro qualquer; enfim em nome da fé.

Já estou ouvindo meu objetor - tipo eleitor da Hilaria - dizendo que nem todos os muçulmanos matam e que são bilhões. Certamente que muçulmanos e fundamentalistas bíblicos instados no Ocidente não podem cumprir o que é recomendado pela Torá ou pelo Corão e queimar ou enforcar os dissidentes religiosos pelo simples fato de serem contidos pelo exército, pela polícia e acima de tudo por nossas leis que classificam tais atos como criminosos e puníveis.

Por outro lado, quando algum de seus companheiros mais instruídos nos domínios da fé e mais coerentes, ousam matar apenas muito raramente deparamos com um número significativo de muçulmanos protestando ou lamentando a respeito de um ato que muitos de seus líderes classificam como divino. Sim porque a 'Jihad' ou guerra contra os infiéis, tendo em vista a afirmação da sharia e a eliminação dos oponentes, é tida em conta de sagrada!

Também costumam dizer que há certo número (não a maioria ou a totalidade) de muçulmanos leais da democracia ou progressistas AQUI NO OCIDENTE (???!!!???).

Mas o ocidente, como dizem, constituem o Império do rabudo...

Vejamos agora o que se passa nas Repúblicas muçulmanas, onde eles constituem a maioria e detém o poder! Quantos lá ousam sair as ruas para protestantes contra os atentados terroristas cometidos contra os fanáticos nos EUA, Inglaterra ou França??? Quantos heim??? Cadê as multidões gigantescas de piedosos muçulmanos lamentando contra os atentados empreendidos contra o Chalie lá na Indonésia ou no Paquistão, no Egito ou na Síria, no Iraque ou na Argélia????

Cadê as multidões de muçulmanos democratas, laicistas e nimbados pelo espírito científico no Afeganistão ou no Iemen???

Pelo contrário, a cada atentado, a cada agressão, a cada morticínio, cometido no velho mundo assistimos verdadeiras multidões de fanáticos liderados pelos xeques saindo as ruas de seus países para manifestar contentamento e apoio, i é, solidarizando-se com aqueles que assassinaram e mataram com o objetivo de vingar seu profeta ou de implantar sua sharia.

Cansei de falar sobre o islã, esse islã muito mal conhecido e ignorado pelos humanistas religiofóbicos ou catolicófobos da Europa e EUA...

Os fatos estão ai para quem quiser ver e as Sociedades querem respostas!!!

Que fazer a respeito do Islã?

Dum islã que dia após dia envia contingentes de refugiados a Europa...

Dum islã que exporta clérigos fundamentalistas como o Brasil dos 900 exportava café...

Dum islã que não só contesta como desafia nossa cultura e aspira por controlar ditatorialmente a Sociedade...

Abrir a santa boa para falar em capitalismo não resolve nada, absolutamente nada.

Conhecemos absolutamente o capitalismo e suas mazelas.

No entanto, historicamente falando, o islã com sua jihad, murtad, sharia, etc é em mil anos anterior ao advento e afirmação do sistema de mercado.

E se querem saber se até então sua índole era dócil perguntem ao Patrício Gregório de Cartago ou a rainha Kahina!
Blaise Pascal costumava dizer que os muçulmanos não conquistaram o mundo morrendo ou sendo martirizados, mas na ponta das lanças e espadas, matando aos gritos de: Converte ou morre!

As opressões decorrentes do sistema capitalista, assim a miserabilidade e a ignorância, bem podem ter agravado a situação. Não a provocaram no entanto porquanto uma causa não pode ser posterior ao efeito e a afirmação do capitalismo não pertence ao contexto do massacre perpetrado em Keibar ou das batalhas de Ohod e Mutah.

Na Europa certos setores da direita tem sido sensíveis ao problema e acenado com a possibilidade de restringir a entrada de muçulmanos. E não devemos nos admirar de que parte considerável da população identifique-se com eles...

A esquerda com sua miopia religiosa e seus discursos embolorados em torno da inquisição papista (não chegaram nem as inquisições protestantes as quais em todos caso também inexistem no contesto atual) do século XVI (!!!???!!!) tem se mostrado totalmente inábil sequer para considerar o problema do islã. O único problema para ela é o capitalismo...

Anarquistas e liberais fanáticos i é democratas formais vão pelo mesmo caminho apresentando os muçulmanos como ovelhas inofensivas...

Diante disto como censurar o povo por aproximar-se da direita se as esquerdas e alguns setores democráticos recusam-se a considerar ou mesmo a examinar suas aspirações e a dialogar com ele???

O medo, o temor, o desespero, a angústia, o receio, a insegurança fazem e farão com que as multidões lancem-se mais uma vez nos braços de uma direita bastante esperta. Enquanto as esquerdas e os libertários tapam seus ouvidos e gritam: Islamofobia???

Mas desde quando o islã é povo ou etnia i é algo geneticamente dado???

Islã é crença, fé, religião; fenômeno que pertence aos domínios da liberdade e com o qual bem se pode romper ao menos no ocidente, num contexto democrático.

Desde quando opiniões, teorias, crenças, doutrinas e ideologias que temos em conta de errôneas não podem ser detestadas??? Assim o nazismo, o fascismo, o comunismo, os totalitarismos todos, o individualismo, o relativismo, o subjetivismo, o machismo, o adultismo, etc, etc etc

Assim o islã enquanto fé que ou discurso religioso que sanciona não apenas a agressão mas toda uma casta de preconceitos por nós já apontados!

Diante disto como não te-lo em conta de errôneo ou melhor de mau??? E como, sendo mau, não odia-lo??? Bendita alma de Sócrates que ensinou o homem a amar o bem e odiar o mal, a estimar a virtude e detestar o vício, a aspirar pela excelência e sentir repulsa pela vulgaridade!

Claro que não nos referimos a pessoa do muçulmano. Pois bem pode haver entre eles quem ame a paz e esteja de boa fé. Nossa questão é com uma fé ou crença que sempre poderá ser abandonada pelo simples fato de não fazer parte constituitiva da pessoa!

Evidentemente que podemos sentir asco, repulsa ou como se diz fobia por uma religião qualquer que faça do criacionismo um de seus fundamentos mais sólidos e que apresente a divindade como jogando baldes de água sobre a terra durante os dias de chuva!

De modo geral no entanto o homem ocidental é 'islamofobo' por questões de natureza mais simples ou prática como o risco de serem massacradas pelos homens bombas de alá... Diante disto só mesmo a esquerda alienada para censurar este homem...

Le Pen, Trump e outros tem acenado com algumas propostas concretas, explorado este filão e conquistado o apoio de muitos.

Trump sugeriu impedir a fixação de muçulmanos nos EUA e não seremos nós, conhecedores do islã e seus objetivos, que iremos vaia-lo, mas antes aplaudi-lo, pois propôs alguma coisa a pessoas que desejavam ouvir algo.

Ao menos a ideia de restringir ou acesso de clérigos ou de homens muçulmanos a nossas sociedades democráticas deve ser considerado e discutido com a Sociedade. Com uma Sociedade que esta assustada e exige respostas.

Ao menos a questão do proselitismo muçulmano nos países ocidentais há que ser analisada fria e racionalmente.

Ao menos a sugestão de um juramento democrático por parte das mulheres e crianças a serem acolhidos em nossas repúblicas europeias, americanas e africanos tem de ser criticamente examinada.

O que não se pode mais tolerar é esse êxodo interminável de muçulmanos adultos do sexo masculino destinados a converter os ocidentais não apenas a sua fé mas antes de tudo a seu 'modus vivendi'.

De um modo ou de outro a questão da intolerância religiosa, do fundamentalismo, do proselitismo, da sharia, etc terá de ser, mais cedo ou mais tarde, problematizado. Ao invés de continuar sendo eternamente ignorado.

Até que cada pais da Europa ou da própria América de converta em califado ou sultanato...

A direita saiu na frente pois acenou com medidas concretas...

E por isso ganhou eleitores dentre aqueles que temem o islã.

Alias por ser policrata, socialista, trabalhista, humanista... Não deixo de temer o islã.

Um islã que como um fundamentalismo bíblico corta pela raiz e impossibilita por completo a construção de uma Sociedade mais livre, mais fraterna e mais feliz.

Enquanto isto que faz a candidata democrata sra Hilária???

Compromete-se, na esteira do desmiolado George Bush, a depor o 'ditador' sírio Bachar al Assad, que como Saddan no Iraque dos anos 80, é um fator de estabilidade e adversário poderoso do ISIS. Enquanto a Rússia porfia em destruir o Estado Islâmico, que é um dos mais perigosos inimigos da civilização democrática e livre, a sra Clinton, fragilizando ou depondo o Assad, propõem-se a fortalecer o Estado islâmico com a desculpa esfarrapada de que o islã é uma religião de paz e que tudo ficará bem!!!

Diante de tanta estupidez como admirar-se da vitória do candidato republicano, sob diversos aspectos bisonho mas, ao menos quanto o problema islâmico (que é uma demanda social e política nos EUA e na Europa) atento e sensível???

Doravante, após os sucessivos e repetidos ataques de radicais na Europa e o 11 de Setembro nos EUA, o problema do terrorismo e consequentemente do fanatismo islâmico e da emigração são saíra de pauta tão cedo. Levou a Inglaterra a estremecer as relações com o Continente, levou os cidadãos norte americanos a elegerem Trump e talvez venha a ser responsável pelo triunfo de Le Pen na França, em que pese o choro dos esquerdopatas islamófilos...

Como o fundamentalismo pentecostal no Brasil, a presença do islã na Europa e nos EUA será pedra de toque em termos sociais e políticos e sempre encontrará uma clientela interessada. O ideal no entanto seria que os países do Mediterrâneo, i é os mais próximos da intifada islâmica, fossem os primeiros a examinar o tema e a impôs restrições ao fluxo de populações muçulmanas.

Angola, um pequenino pais da África, é neste sentido um exemplo para o mundo.

Angola nos indica o caminho a ser seguido se aspiramos por manter, aprofundar e alargar as instituições democráticas e igualitárias.

Te é bem possível discordar
Mas difícil te será refutar!!!




quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Mensagem a Europa!!!

Encerra o divino Homero, sua epopeia: a Ilíada, sem informar-nos se de fato foi a cidade de Troia foi ou não conquistada pelos gregos e no caso, como os gregos teriam podido atravessar as tão poderosas muralhas edificadas por Apolo e Hércules.

A tradição no entanto refere que por sugestão do engenhoso Ulisses, fizeram os atacantes um imenso cavalo de madeira, o qual durante a noite puseram diante de uma das portas da famosa cidade governada por Príamo. Sem saber do que se tratava e impulsionados pela curiosidade permitiram os troianos que as portas da cidade fossem abertas e o cavalo trasportado para seu interior.

Fora um autêntico 'presente de grego'.

Pois assim que o sol declinou e os troianos recolheram-se a seus lares, uma horda de assaltantes, saindo de dentro do bojo daquele cavalo, conquistou e destruiu sua bela cidade. A qual só veio a ser desenterrada por Schleimann três mil anos depois!

No momento em que escrevo esta crônica está a Europa prestes a receber não um presente de sírio mas um 'presente de muçulmano' no interior de suas 'muralhas'!

Diante disto podemos já antever o mar de sangue, os rolos de fumo e as ruínas!

Dizem os doutores que a História jamais se repete.

A luz de Heráclito e dos fenômenos particulares nem poderia repetir-se pois já são outros os personagens e outro o cenário.

Penso no entanto que possa ser re encenada.

E que os mesmos e velhos erros possam ser cometidos diversas vezes por outros homens noutro contesto.

Napoleão perdeu a coroa por ter pretendido conquistar a Rússia e invadira Inglaterra. Passados século e meio Hitler comete o mesmo erro fatal: invade a URSS e põem cerco a Inglaterra.

Hitler para a nossa maior felicidade não deve ter prestado lá muita atenção nas aulas de História.

Nem nela teem prestado muita atenção os liberais e esquerdistas fanáticos do Velho Continente.

Não em suas próprias Histórias uma vez que Inglaterra, Alemanha, França e Itália jamais estiveram sob o jugo do Islã. Mas nas Histórias das repúblicas vizinhas e irmãs que conhecerem tal jugo; assim Grécia, Macedônia, Hungria, Búlgária, Rússia, Portugal e Espanha! Na Europa de hoje, ocidente e oriente, Oeste e Leste, Atlântico e Volga sabem dar testemunho sobre o caráter da dominação islâmica!

Mas o centro norte da Europa faz-se de surdo!

Talvez porque parte de suas populações acreditem que todas as religiões são igualmente boas ou igualmente más, devendo se encaradas da mesma forma e regidas pelo mesmo estatuto.

O que pressupõe falta de conhecimento em matéria de História.

E falta de honestidade.

Pois os Tugs da índia foram proscritos pela civilização por assassinar em nome de Durga. Enquanto os sunitas ortodoxos é autorizado matar em nome de ala, do corão, de Maomé ou do Islã!!! No que os muçulmanos com a jihad, o apedrejamento de adulteras e a murtad são superiores aos tugs???

Alguém poderia me explicar porque segundo xeque Omar Bakri é lícito impor aos muçulmanos o dever de atacar e mesmo exterminar os não muçulmanos, enquanto aos fiéis de Kali não é autorizado faze-lo???

Alias os tugs matam com mais misericórdia, sem derramar sangue, enquanto que os amigos do profeta exterminaram seus críticos a punhaladas!

A princípio julgo que qualquer pessoa independentemente se sua fé religiosa tenha o direito de estabelecer-se na Europa. Desde que tal pessoa abrace sinceramente os ideais da sociedade democrática... fique com seu ala, como seu inferno, com seus anjos, com decreto, com suas huris, etc Mas conforme-se com nossas leis e instituições sem causar qualquer tumulto!

Aceita o islã tal restrição ou condição, tão justa quanto ponderada???

De modo algum!

Mesmo instalado no seio da Europa, em países como Bélgica ou Inglaterra, esses arrogantes continuam a afirmar-se como superiores aos demais cidadãos, a viver segundo suas leis e o que é pior esperando o momento oportuno para impor o icab, a djazia, a murtad, a jihad etc enfim a sharia, obrigando a sociedade como um todo a viver segundo lhes agrada!!!

Era de se esperar que adaptassem a exemplo dos judeus, budistas, etc no entanto tal não se deu. Isolaram-se em pequenas comunidades, procriaram a não poder mais, edificaram mesquitas, criaram tribunais próprios, afirmaram sua cultura, e hoje aspiram a dominação.

O pior de tudo é que a maior parte deles jamais enganou a quem quer que fosse, jamais escondeu suas pretensões teocráticas, jamais dissimulou!

E no entanto, os europeus estúpidos acolheram-nos e tem se recusado a deporta-los ou a disciplina-los como deveriam! De modo que mais e mais o poder muçulmano afirma-se no centro Norte da Europa.

Trata-se de uma situação já de per si dramática!

Quando milhares e ou milhões de emigrantes sírios surgem as portas da Europa.

Não é a primeira vez que isto aconteceu!

No século IV desta Era o Império romano, já exausto, permitiu que algumas tribos germânicas sob o estatuto de aliadas atravessassem a fronteira e se instalassem em seu território. No século seguinte os tais aliados receberam de braços abertos as tribos irmãs que se achavam do lado de fora, associando-se elas, reforçando seus contingentes e destruindo o império.

A Europa esclerosada no entanto não só recebe sem quaisquer prevenções esses fanáticos como concede-lhes direitos políticos, permitindo que votem e que se candidatem a cargos públicos! O cúmulo da cegueira e da loucura! Conceder prerrogativas democráticas a quem não tem espírito democrático É ASSASSINAR A DEMOCRACIA!!!

O que estamos assistindo em certos locais da Europa é um suicídio democrático em larga escala!

Pois como dizia Berdiaeff, a democracia não pode continuar sendo mera forma, uma forma vazia i é sem conteúdo. Urgem preencher essa forma com cultura ou espírito democrático por meio da educação! A Europa no entanto esta a introduzir espírito teocrático nas formas democráticas! E assim a sabota-las. Pois como disse Sagan democracia e fundamentalismo religioso são incompatíveis!

É o mesmo problema da América com suas bancadas evangélicas ou bíblicas e as massas manipuladas pelos pastores. Dos países muçulmanos que assumem formas democráticas e de certos lugares da Europa... e o fim disto é a dominação religiosa! Caso ninguém tenha coragem de assumir os valores do laicismo! Os líderes religiosos ameaçam com maldições, intimidam com o medo do inferno e constrangem as massas a eleger seus candidatos, pertencentes a comunidade, os mais fanáticos! E eles assomando aos parlamentos associam-se uns aos outros e formam bancadas religiosas! O QUE DEVERIA SER LEGALMENTE PROIBIDO!

E formando bancadas passam a legislar apenas em benefício próprio!

De geração em geração tais bancadas vão aumentando, sendo pretensão dos coronéis religiosos alcançar a maioria numérica e converter o Parlamento em apêndice da igreja ou da mesquita. Chegando a este ponto a democracia esta morta!!! Principiando as leis a obedecer princípios de caráter confessional! Pronto, o que socialistas e anarquistas ineptos foram incapazes de fazer -desconstruir a democracia por dentro mas em sentido oposto - é feito pelos fanáticos!!!

Estes no entanto ao invés de ampliarem e aprofundarem nossa democracia tornando-a direta, plena ou popular, tomam o sentido contrário, passando o poder aos clérigos. Fatalmente chegará o momento em que os fanáticos sacrificarão a forma democrática e entregarão o poder aos pastores ou xeques, caso não haja resistência alguma!

Uma solução possível aqui é permitir a entrada apenas das mulheres e das crianças, integrado-as a famílias europeias e consequentemente a Sociedade. Isto porque é o islã - sobretudo sunita - marcadamente machista. Então que os homens adultos fiquem do lado de fora! Agora se entrarem não se lhes permita em hipótese alguma a edificação de mesquitas ou salas de oração! E se forem pegos fazendo proselitismo ou provocando qualquer tipo de violência sejam deportados!

Convém impor-lhes legalmente uma política familiar de modo a que não se multipliquem ao infinito. Que aqueles que tiverem mais de X número de filhos sejam deportados. Que abracem a forma monogâmica de matrimônio sob pena de não serem recebidos ou de serem sumariamente deportados!

Além disto não se dever permitir sob pretexto algum a entrada e instalação de clérigos. Que os sermões sejam fiscalizados e aqueles que instigarem qualquer tipo de violência deportados.

Isto significa entrar com condições!

Ou a Europa muda de política e passa a impor restrições religiosas a esta multidão ou ela é que imporá a sharia no Velho mundo!

A democracia precisa ser tomada como critério ou defendida, a religião tomada como critério e severas condições impostas aos tais refugiados. De modo que a Europa não se converta numa nova Troia e que não se repita o que já aconteceu durante as invasões teutônicas.

Que os países do centro norte da Europa tenham a humildade de ouvir os irmãos do Leste e do Oeste ou seja das nações que já foram conquistadas e dominadas pelo islã em tempos passados. Penso que a experiencialidade deles não possa ser ignorada ou posta de lado e que não possam ser constrangidos a receber multidões de fanáticos arrogantes e opressores em seus territórios, pondo em risco as vidas dos cidadãos inocentes e indefesos!

As populações de Portugal, Espanha, Grécia, etc tiveram parte de seus antepassados mortos, escravizados, raptados e torturados pelos amáveis seguidores do profeta! Foram rios ou mares de sangue vertidos por cada uma destas sociedades as quais com heróicos sacrifícios lograram libertar-se dos tentáculos da sharia e do jugo ínfame da Djzia, e da ameaça continua da jihad. Agora querem os senhores da UE reverter este quadro, introduzindo a insegurança e o pânico nas almas de milhões de contribuintes! Não vejo como tal pretensão possa ser justificada!

Enquanto os europeus estão a viver um cenário de pesadelo semelhante a que seus ancestrais viveram no século V, a grande república do Norte, responsável por todos estes transtornos lá fica bem segura do outro lado do mar! Por que os Estados Unidos não são convocados por quem é de direito a acolher ao menos uma parcela dos tais imigrantes??? Por que cargas d água a bomba tem de estourar nas mãos da Europa???

O cavalo esta posto a porta!

Que se aprecatem os europeus de introduzi-lo em sua cidade!



Os mitos da islamofobia, da cristofobia (crentofobia) e a Catolicofobia I I

A catolicofobia


Foi apenas quando cheguei a casa dos dez anos - precisamente na metade dos anos 80 - que vim a conhecer a igreja romana ou como se diz por aqui 'católica'. Muito mais tarde é que vim conhecer os outros catolicismos: a igreja anglicana e a Ortodoxia.

Portanto desde 1984 pude observar discretamente o comportamento dos papistas, embora ignorasse por completo como funcionava a religião deles. Como bom protestante no entanto e interessado por questões de ordem religiosa, sabia quem de nossas relações ia e não ia missa.

Cinco anos depois, quando cheguei aos 15 (para dezesseis), perdi a fé em Cristo, o qual passeia a odiar profundamente. Isto graças as tonteiras do pentecostalismo! Aos dezesseis para os dezessete anos (1991/92) passei pela mesma experiência que Afonso de Ratisbonna e Paul Claudel: ao entrar pela segunda vez na igreja Matriz de minha terra, entrei deísta, odiando a Jesus Cristo e sai papista!

Como já narrei pormenorizadamente a narrativa de minha conversão ao papismo em minhas obras de polêmica contra os protestantes fundamentalistas. Paro por aqui.

Sucede que alguns anos antes de minha conversão ao papismo, cursando o então oitavo ano e depois o E Médio em 90/91 tive ocasião de ouvir, por parte de meus professores de História - Tive uma profa protestante, uma liberal e um profo Marxista  - autênticos sermões ou Filipicas, bastante agressivas contra a igreja romana. Havia ali gente que ia a missa regularmente, gente de cursava a perseverança, membros de famílias devotadas a igreja... sabia que parte de meus colegas não apreciava o que ouvia, no entanto jamais vi qualquer um deles exasperar-se insultar os professores, denuncia-los a direção (como pretendem fazer os criacionistas de hoje ou faria um muçulmano qualquer!)!

Jamais vi os romanistas em quaisquer circunstâncias cunharem o termo catolicofobia, o qual julgo no entanto são seria apenas oportuno, mas justo; porque os ataques eram fortuitos e cerrados; servindo alias para alimentar meu ódio a igreja de Roma.

Havia apenas um rapaz, extraordinariamente culto, de outra classe e escola, que segundo diziam ousava responder educadamente a tais acusações. O qual após minha conversão tornou-se meu melhor amigo.

Jamais este moço ousou negar as acusações que eram pertinentes, buscando apenas aprofundar o assunto (apontando para a existência do mesmo fanatismo e da mesma inquisição nas seitas protestantes e para o caráter violento e feroz dos reformadores) sem no entanto jamais ousar erguer a voz, ameaçar, maldizer, achincalhar ou agredir como é próprios dos fanáticos de hoje!

Noutros liceus havia romanistas fervorosos aos quais com toda razão incomodavam aquelas pregações anti 'católicas', aquele clima de hostilidade e ódio, etc Alguns dos quais mostravam louvável zelo pela verdade dos fatos e paixão pela justiça a ponto de replicar aos professores com exaltação! Nenhum destes porém ousou denunciar seus mestres, insulta-los ou ameaça-los como sói neste nossos tempos de 'luzes'...

Posteriormente dei com a descrição de tais tipos no Pe Liberato de Griez (Catholicismo e protestantismo 1935) p 04:

"Nós Catolicos temos... caridade, delicadeza e educação. NÃO INCOMODAMOS A NINGUÉM POR MOTIVOS DE CRENÇA, E FICARÍAMOS SATISFEITOS SE OS OUTROS NOS DEIXASSEM EM PAZ.

Os hereges, pelo contrário, são atrevidos e petulantes somo sempre foram e a ninguém deixam em paz. Discutem sempre e em toda parte, chegando mesmo a intimidade do lar e santuário da família, sem sombra de caridade, delicadeza ou educação. Apreciam sobremodo atacar a fé e religião alheias..."
 

Foi o que pude observar antes de tudo no protestantismo materno com sua eterna mania de abordar e discutir assuntos de natureza religiosa com o maior atrevimento e posteriormente na delicadeza da maior parte dos papistas, anglicanos, ortodoxos e espiritas que buscam viver suas crenças, sem, via de regra incomodar os outros.

Não estou negando aqui a existência de fanáticos em tais grupos.

Fanáticos por sinal existem em todas as instituições humanas: times de futebol, partidos políticos, escolas carnavalescas, etc

No entanto em algumas há mais e noutras menos. Numa muito mais e noutras bem menos.

É comparar os catolicismos com o protestantismo, o espiritismo com o islamismo, o budismo e o zoroastrismo com hinduísmo ou sikismo.

Algumas religiões alimentam mais o fanatismo enquanto outras buscam conte-lo até certo ponto.

De minha parte como poderia deixar de ser atraído pela delicadeza religiosa dos católicos e espíritas, que os protestantes, islâmicos e outros fanáticos e obscurantistas desonestos buscam apresentar como falta de fé (COMO SE A FÉ FOSSE NECESSARIAMENTE FANÁTICA - neste cado deveríamos abandona-la por completo como dizem os materialistas e ateus partidários desta tese).

Por experiência posso dizer que católicos e espiritas tem tanta fé quanto seus adversários religiosos. A diferença aqui é que católicos e espiritas insistem igualmente na Ética ou no amor ao próximo e consequentemente na tolerância, no convívio fraterno, na paz, etc Repugna a tais pessoas, e com absoluta razão, interrogar os outros sobre suas crenças, imiscuir-se no domínio das opiniões religiosas alheias, abordar assuntos de natureza religiosa sem um pingo de delicadeza, dirigir-se a deus berrando para que os vizinhos sejam informados sobre sua fé, sair catequizando o mundo afora a força de gritos... pelo simples fato de não serem intrometidas e grosseiras até a mais baixa vulgaridade, mas educadas.

Não quero com isto cair no extremo oposto dizer que religião não se discute. Pode e deve a religião ser discutida polidamente entre os iguais, isto é entre as pessoas nobres, equilibradas e instruídas. Desde que no entanto haja intimidade entre elas. Não é religião assunto vulgar a ser abordado com estranhos no meio da rua! A discussão de assuntos de tão elevada natureza exige a existência de sólidos vínculos. Coisa que um fanático, tarado ou compulsivo não pode compreender!

Particularmente, sinto-me mortificado sempre que algum desconhecido, após alguns instantes de prosa, imbrica pela seara da fé ou da religião. Intuitivamente percebo estar diante de mais um sectário com o qual, infelizmente, não é possível criar qualquer vínculo mais estreito e. diante disto, busco desconversar polidamente. Todavia caso não seja possível, digo em algo e bom som que tenho em conta de mal educadas e grosseiras as pessoas intrometidas que gostam de muito saber a respeito da vida alheia. E, se tal não for suficiente, recorro a um curto e grosso 'Passar bem', dou de costas e saio andando.... deixando o troglodita falando sozinho!

Simplesmente não dou a mínima atenção a esses profetas mal educados da modernidade.

Sei dialogar muito bem a respeito da fé, mas não a moda das lavadeiras... que apreciam descrever minuciosamente a roupa suja alheia. Uma discussão improdutiva em termos de roupa suja não me interessa. Debates com fanáticos que só sabem perceber os defeitos do sistema rival não me interessa nem um pouco.

Debater com protestantes e muçulmanos é mais o menos assim...

Atacam a não poder mais a igreja do papa...

Descrevem pormenorizadamente a inquisição; com seu sabido cortejo de horrores, tem o nome do Torquemada na ponta da lingua, apreciam discorrer sobre caso Galileu, etc

E caso os deixemos falar, haja corda!!!

No entanto assim que abrimos a boca com o intuito de refrescar-lhes as memórias e trazemos a baila: o assassinado dos camponeses por Lutero, a execução de Servet por ordem de Calvino em Genebra, os distúrbios causados pelos huguenotes na França, a condenação de Servet pelo próprio Lutero, o caso das Bruxas de Salém, a História do forceps, o caso Scopes, etc ou em se tratando dos muçulmanos os genocídios armênio, assírio e siríaco de 14; os feitos sangrentos de Tamerlão, a fúria de Al Hakim contra os cristãos coptas, o assassinato de Umm Qirfa e Asma Marwad, a conversão forçada de Abu Sufyan, o caso de Safiya, a execução dos 900 judeus, o ISIS, o BOKO HARAM, o TALIBAN, a murtad, a Djzia, o machismo, o escravismo, etc NOSSOS CONTRADITORES TAPAM OS OUVIDOS E PÕEM-SE A BERRAR:

ISLAMOFOBIA - CRISTOFOBIA!!!

Como papagaios ou vitrolas quebradas!


Quer dizer que atacar a igreja romana pode, bem como o anglicanismo e a Ortodoxia. Meter o pau nessas três confissões é digno, justo, bonito! Agora quando os católicos, espíritas ou incrédulos fazem os fundamentalistas beberem do mesmo veneno, expondo publicamente as malignidades perpetradas pelos sistemas a que pertencem, fazem-se logo de vítimas inocentes insidiosamente perseguidas! Oh coitados, criticar os outros eles sabem e com fúria, agora receber a crítica mais leve, transtorna-os!!!

Não entendo essa lógica dos Catolicismos poderem ser criticados livre e as vezes até injustamente e do protestantismo ou do islã serem tabus!

Alguém compreende?

Podem os protestantes e islâmicos se abster de agredir e atacar nossa fé ou a fé alheia?

Não!

Então com que petulância infernal se queixam quando seus sistemas são atacados???

Quantas vezes não tive de ouvir dos protestantes e ja estou a ouvir dos muçulmanos:

Agora o amigo passou dos limites!

Ah???

O que???

Não entendi!

Mas que é que me põe ou dá limites???

Com sua licença sr pastor, sr xeque, mas os srs não me impõem limite.

Vivemos, é sempre bom lembrar, numa sociedade democrática pautada no princípio da igualdade.

Assim o que é permitido aos srs também a mim me é permitido, e se os srs são tão hábeis em criticas as crenças alheias, bem vai que recebam lá uma criticazinhas!

Ah os srs se sentem ofendidos por criticar-mos o Corão ou o Antigo Testamento ou os escritos de Paulo???

Podem chorar a vontade ou até criar um muro das lamentações só para vocês: um protestante e um islâmico!

Limites quem me impõem sou eu mesmo e não lhes devo, felizmente, satisfação alguma.

Se alguém é pastor, xeque ou fanático, não existe para mim.

No entanto eu não preciso como vocês escudar-me por trás de magníficas frases de efeito como 'islamofobia' ou 'cristofobia' que é coisa de gente desonesta e incapaz. Vanglorio-me de ter estudado minuciosamente a História do protestantismo e estar fazendo o mesmo com a História do Islã. Pesquisados recorro as fontes buscando por a luz o que os srs ocultam!

Não preciso recorrer a mentira, ao engano e sequer as meias verdades ou verdades distorcidas como os srs! A igreja romana teve uma inquisição?

Sim teve!

Num determinado momento de sua existência passou a ceifar vidas humanas?

Lamentavelmente!

Em dado momento de sua história apostatou de seus ideais?

Sim!

Agora que proveito podem tirar de tais aduções islamismo e protestantismo????


NENHUM!!!

 E por que???

Porque o protestantismo, com Lutero matador de camponeses e anabatistas, já nasceu matando, já nasceu assassino, ja nasceu carniceiro! E fez carreira na inquisição, do que temos exemplo na morte de Servet...

Porque o islamismo não só nasceu matando - mencionarei apenas o poeta Ibn Afak - como mata e sustenta a doutrina do assassinato até nossos dias. O islã censurar a igreja romana por ter exercido violência no passado seria como Hitler acusando o Al Capone por assassinato!!!

A igreja romana só começo a executar os heréticos a partir do século XIII. Durante mais de mil anos abstivera-se de assassinar, embora o meio fosse extremamente violento após o século V! Protestantismo e islã teem seus berços encharcados em sangue humano!

Cristo não foi assassino! Pedro, primeiro Bispo de Roma, não foi assassino! Gregório, o grande não foi assassino! Maomé foi assassino e torturador - mandou torturar ibn Kynana - e Lutero matador confesso de 30.000 camponeses, sem contar os infelizes anabatistas cuja morte revindicou!

Então a que título sentem-se melindrados esses hipócritas!

Protestantes e muçulmanos não tem pingo de moral para tecer críticas a igreja romana!

Como não tem o sujo pingo de moral para censurar o mal lavado!

Como os fariseus não tinham pingo de moral para denunciar a Madalena!

Como aquele que tem uma trave no olho não é dado soprar cisco em olho alheio!

Que os ateus e materialistas o façam, lá vai...

Que protestantes e muçulmanos descarados ousem faze-lo é o cumulo da patifaria!

Nem por isso acredito que os Cristãos episcopais haverão de berrar: cristofobia!

Não precisam! Tem os fatos a seu favor!

Que gritem: À História!

E ponham os fatos a luz!

Posso ter desertado da igreja romana. Porém jamais cessei de amar a justiça e a equidade!

Assim, se tiver de defende-la contra seus acusadores hipócritas defende-la-ei e sequer precisaria de fé em Cristo ou de ter diante dos olhos a certeza da existência de Deus para faze-lo! Basta-me a voz da consciência e o sentido da ética.

Posso talvez no fundo ter desesperado quanto ao espírito Católico e ser pessimista quanto o futuro da Europa, do Brasil e da humanidade em geral. Agora quem desesperou do espírito do Catolicismo desesperou de tudo e não pode encarar senão como o cúmulo do absurdo a crença segundo a qual espírito do pentecostalismo ou o espírito do islamismo, fariam melhor do que ele pelo gênero humano!!! Não importa tomo por consolo a Filosofia de Aristóteles associada ao ideal ético de Platão! Agora que lá no fundo, bem no fundo, torço por uma revanche católica, ah isto torço! Para qualquer pessoa culta e emancipada seria melhor viver numa sociedade inspirada nos princípíos do Catolicismo do que numa sociedade pentecostal, regira pela Torá de Moisés, ou numa sociedade sunita regida pela sharia.

Tendo estudado com afinco e atenção todos estes credos não poderia pensar doutra forma.